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segunda-feira, novembro 25, 2013

|Especialistas| A expectativa dos pais na hora de fotografar seus filhos!!!

Nós sempre criamos expectativas em relação aos nossos filhos, e com as fotos que fazemos deles não seria diferente. Sempre esperamos que sorriam e que façam poses fofas para nossos cliques.

Por isso, nossa especialista em fotografia - a Andréia Moreno - listou algumas dicas para segurar nossa ansiedade em relação aos cliques dos pequenos lembrando que poses não muito comuns ou aquela carinha de bravo podem render belíssimas fotos!


Ultimamente tenho observado a ansiedade dos pais na hora de fotografar seus filhos. A maioria fica preocupada se eles vão se comportar, sorrir ou cooperar para que sejam registrados os momentos que tanto sonharam.
Hoje, nós vemos muitas fotos na internet e chegamos ao fotógrafo dizendo: "Eu quero fazer esta foto, igualzinha." E na prática, não é bem assim que funciona.
Claro, que eu adoro quando os clientes expõem suas ideias, por isso sempre conversamos muito antes de agendarmos as nossas fotos. É muito importante para nós, fotógrafos, sabermos exatamente o que os clientes esperam de um ensaio fotográfico!

Fotografar criança não é tão fácil quanto parece! Precisamos ter criatividade e principalmente deixá-las à vontade. O que podemos fazer é criar condições favoráveis para que o sorriso apareça com espontaneidade.

É  um longo caminho manter os pequenos empolgados, ou calmos, durante a sessão de fotos. Por isso se soubermos antecipadamente que a criança é extremamente sensível ao ambiente natural, não vamos querer colocá-las descalça na grama ou na areia do parque. Isso a deixará mais irritada e nós vamos passar o resto da sessão combatendo sua irritação.

Para fotografar os pequeninos, na fase de engatinhar ou começando a andar, leve tapetinhos e brinquedos coloridos, bolinhas, carrinhos para que eles possam ficar alguns minutos se divertindo, e assim aproveitamos para fazer as fotos.


Para as crianças maiores, brinque, converse, pergunte sobre atividades ou algo que tenham feito nos últimos dias, leve algum brinquedo que eles curtam, como suas princesas ou super heróis favoritos. Procurem sempre saber o que seu filho está curtindo naquele momento!

Quem disse que fotos lindas tem que ser com sorrisos? Em algumas situações, o sorriso não é o fundamental para uma boa foto.
Uma expressão, um olhar, um momento também é muito bom de se fotografar, e na maioria das vezes rendem ótimas fotos.


E para garantir aquele sorriso, que tal brincar de voar?! Toda criança adora e isso vale para qualquer idade. Uma boa sessão de cócegas em família também rendem ótimas fotos!


O que também facilita bastante é escolher um bom horário para a realização das fotos. Geralmente é o horário da manhã (cedo hein gente?!) pois os pequenos acordam com disposição para brincar correr, pular, ou seja, estão cheios de energia.
Evite horários próximos ao soninho e às refeições. Precisamos respeitar o limite e o ritmos das crianças.

Precisamos ficar atentos à questão da ansiedade e nossas expectativas... sim, fotógrafos também tem expectativas... rsrsrs. Tudo pode estar indo muito bem durante a sessão das fotos, mas se a mãe estiver tensa isso será percebido nas imagens da família e assim influenciar na atitude da criança também.

Então é isso pessoal... fiquem tranquilos, não criem expectativas demais, deixem as coisas fluírem naturalmente. Aproveitem o momento para curtir com sua família, tirem bom proveito da situação, desfrutem e relaxem!

Beijinhos e até a próxima...

Andréia Moreno - Fotógrafa
http://andreiamoreno.com/

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segunda-feira, novembro 18, 2013

|Especialistas| Você sabe o que é o diagnóstico genético pré-implantacional ou PGD?

Muitos são os motivos que levam um casal a buscar técnicas de fertilização assistida. O mais comum é a dificuldade de engravidar, que pode acontecer por conta de alguma disfunção fisiológica da mulher ou do homem. Mas, o que pouca gente sabe é que a preocupação com doenças genéticas – seja por incidência de casos na família ou por gravidez tardia - é também motivo para recorrer a tratamentos e submeter os embriões do casal a uma avaliação genética antes da implantação.

O diagnóstico genético pré-implantacional (PGD) é um tipo de biópsia feita nos embriões, para o rastreamento de doenças genéticas e anomalias cromossômicas, que aumenta o sucesso em uma gravidez assistida.

Fonte Imagem: Google
O estudo dos embriões pelo PGD permite que seja feita uma seleção prévia, possibilitando que somente embriões aptos sejam implantados no útero da mulher. Com o Diagnóstico Genético Pré-Implantacional, ou seja, com a biópsia dos embriões para saber quais são os geneticamente mais saudáveis antes de se implantá-los no útero, as chances de sucesso de gravidez aumentam muito, porque os embriões, sendo normais, têm uma probabilidade muito maior de se desenvolver. Além disso, também é possível evitar que sejam implantados embriões com “defeitos” no DNA, capazes, por exemplo, de resultar em fetos com problemas de má formação.

São três as aplicações do PGD: em embriões fecundados com óvulos de mulheres acima de 40 anos, já que a partir desta faixa etária os óvulos começam a ficar velhos e a terem mais propensão a desenvolver algumas anomalias cromossômicas; para detectar doenças que se manifestam em apenas um sexo; e na investigação de enfermidades que atingem apenas um único gene.

O diagnóstico genético pré-implantacional antevê algumas doenças genéticas e anomalias nas células, porém não detecta todas as doenças e alterações. Além disso, o material recolhido para estudo é muito pequeno, o que impossibilita a realização de uma pesquisa mais abrangente. Mas o casal deve ter em mente que há limitações.

As restrições para a descoberta de doenças por meio do PGD existem porque só se pode diagnosticar o que é pesquisado. Enfermidades genéticas específicas só são estudadas quando pesquisadas por algum outro motivo, por exemplo, histórico da doença na família. Nesse caso analisa-se diretamente o cromossomo que é atingido pelo mal. Já em mulheres acima de 40 anos, só as anomalias cromossômicas que estão incluídas no painel básico (cromossomas 13, 18, 21, X, Y), são estudadas.

O PGD é feito nos embriões em até 48h depois da fecundação, quando eles têm cerca de seis a oito células. Apenas uma célula é retirada para análise e sua ausência não afeta o desenvolvimento do bebê. Dois procedimentos são possíveis para a análise dos embriões, o FISH (fluorescent "in situ" hibridization) ou o PCR (Polymerase Chain Reaction).

O FISH é utilizado para detectar alterações cromossômicas numéricas, como as ocorridas nos casos de Síndrome de Down ou translocações, quando há uma quebra no cromossomo. Já o PCR é utilizado para rastrear doenças monogênicas (fibrose cística, atrofia espinhal, distrofia muscular, doença de von Hippel-Lindal, rim policístico e outras).

É importante salientar ainda que são dois processos distintos: a fertilização in vitro e os processos de análise dos embriões pré-implantação, feitos por equipes de profissionais diferentes. A fertilização in vitro é realizada por especialistas em fertilização, e somente depois que os embriões atingem a média de células necessárias é que outro grupo de especialistas, geneticistas, entra em cena para a realização do diagnóstico pré-implantacional.

Dra. Maria Cecília Erthal
Ginecologista e especialista em reprodução humano do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or
http://www.vidafertil.com.br/



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segunda-feira, novembro 11, 2013

|Especialista| O perigo do consumo de mel antes de 1 ano de idade!!!

Sempre ouvimos falar para dar mel para criança antes de 1 ano de idade por ser uma forma saudável de introduzir o açúcar na alimentação dos pequenos!

Fonte Imagem: Google

Porém não devemos seguir essa recomendação pois no mel pode haver esporos da bactéria Clostridium botulinum, que provoca o botulismo.

Como o sistema imunológico dos bebês ainda não está maduro, eles podem pegar uma forma da doença chamada botulismo infantil. Por isso recomendamos que se espere até a criança ter pelo menos 1 ano para dar mel.

Mesmo que o bebê esteja com tosse ou com prisão de ventre e você tenha ouvido falar que mel faz bem, não dê nem um pouquinho à criança se ela tiver menos que 1 ano. Os esporos do botulismo são muito resistentes e podem sobreviver até à pasteurização e a altas temperaturas.

Os sintomas do botulismo surgem entre 8 e 36 horas depois da ingestão do alimento contaminado. Entre os sintomas estão prisão de ventre, falta de apetite e falta de energia. A doença é muito rara, mas, se você desconfiar que algo está errado com seu filho, procure atendimento médico na hora.

Depois de 1 ano, você pode dar mel, mas cuidado para não abusar. Por ser um alimento extremamente doce, ele pode acostumar mal o bebê, e pode prejudicar os dentes.

Até o próximo post...
Beijinhos

Aline Nascimento é Nutricionista e Personal Diet





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segunda-feira, outubro 28, 2013

|Especialista| 15 dicas para estimular a fala das crianças!!!

A linguagem é definida como a capacidade de comunicação dos indivíduos e é extremamente flexível e criativa.

O balbuciar dos bebês de aproximadamente seis meses sinaliza o começo da aquisição da linguagem e é o primeiro “passo” que a criança usa para se comunicar.

Por volta dos dez meses os bebês começam a produzir suas primeiras palavras e portanto, observar e estimular a fala e a linguagem dos pequenos de forma adequada nessa fase da comunicação é fundamental para que não haja falhas e um possível atraso no desenvolvimento.

No post de hoje nossa especialista Adriana Salomão nos dá 15 dicas para estimular a fala dos pequenos.
Fonte Imagem: Google

  1. Criar um bom ambiente para seu filho se comunicar, estimulando experiências e a necessidade de se comunicar, por formas verbais e não verbais, repetindo ou imitando pequenas frases ou palavras;
  2. Estimular a criança a escutar os sons que o rodeia;
  3. Falar e brincar com a criança sempre que possível;
  4. Chamá-la pelo nome;
  5. Rir, cantar e falar com a criança com amor e calma;
  6. Nomear brinquedos, peças de roupa, parte do corpo, alimentos, e outros diariamente para enriquecer seu vocabulário;
  7. Ensinar a criança a usar saudações como: “Oi” e “Tchau”;
  8. Fazer com que a criança observe e escute o som e as palavras que você produz;
  9. Caso seu filho mostre alguma dificuldade na produção de algum som, estimule-o e encoraje-o a repetir, mostrando o modelo correto e pedindo que olhe para sua boca.
  10. Repetir a palavra ou frase de maneira correta e não dar “apelidos” para objetos do cotidiano da criança. Assim, ela aprende a dar o nome correto aos objetos e isso aumenta seu vocabulário;
  11. Não falar no diminutivo, pois pode acarretar a fala infantilizada;
  12. Caso a criança use gestos para se comunicar, fale a frase inteira para fazer associação ao gesto;
  13. Cuidado para não aborrecê-la corrigindo-a toda vez que falar uma palavra errada. A estimulação é para ser feita de forma prazerosa e lúdica;
  14. Ficar atento às dificuldades da fala e linguagem nessa fase da aquisição e procurar um fonoaudiólogo para orientação e/ou intervenção precoce para não afetar outras áreas do desenvolvimento da criança.
  15. Elogie sempre a criança para motivá-la a evoluir na comunicação. Essa é uma boa recompensa!
Até o próximo post...
Beijo


Adriana Salomão é fonoaudióloga especialista no atendimento à crianças.
drisalomao@oi.com.br



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segunda-feira, agosto 26, 2013

|Especialista| 7 dicas super fáceis para repaginar o quarto das crianças!!!

Agora que as férias acabaram que tal dar uma repaginada no quarto das crianças?

Com idéias bem fáceis e com “efeito imediato” é possível deixar o quarto da molecada com outra cara!

Confiram as 7 dicas super fáceis que a nossa especialista preparou...


- Pinte uma parede com tinta lousa! Crianças adoram rabiscar as paredes! Para complementar, você pode pendurar baldinhos coloridos para colocar o giz e apagador.

- Como o tom da tinta lousa é bem escuro, você pode usar acessórios bem coloridos! Uma luminária nova, quadrinhos, um móbile bem moderno!

- Pufes são excelentes, além de poderem circular pelo quarto, acomodam bem o adulto que vai acompanhar a brincadeira.

- Tapetes são ótimos complementos! A molecada adora ficar no chão, por isso prefira os de fácil manutenção como os de tear.

- Adesivos de parede! Atualmente há uma infinidade de modelos. É um produto barato, de fácil colocação e que dá outra vida ao ambiente imediatamente. Tem lugares que podem fazer personalizados, tanto o tema quanto a medida.

- Outro acessório bacana é um livreiro ou revisteiro de parede. Tem modelos lindos que são super decorativos e ajudam a organizar. A Cynthia do Fala Mãe! fez aqui um modelo super legal com um pedaço de madeira que achou numa caçamba.

- Por falar em organização, crianças gostam de brincar, mas não gostam de guardar a bagunça. Para isso, caixas volantes são a solução. De tecido, fibra sintética, MDF laqueado ou plástico, essa caixas são ótimas para guardar tudo em um minuto!

Lígia Bisconti é arquiteta e urbanista especialista em quartos de bebês
http://www.ligiabisconti.com.br/

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segunda-feira, agosto 19, 2013

|Especialista| Os benefícios da atividade física na gestação para os bebês!!!

Quem está de volta aqui com suas dicas sobre atividade física na gestação é o Alê, nosso especialista em atividade física para gestantes e pós parto.

Bem vindo de volta! :)

No post de hoje ele nos falará como a atividade física na gestação traz benefícios para os bebês.

Fonte Imagem: Google

Há inúmeras pesquisas que comprovam como os exercícios podem ajudar os bebês enquanto no útero. Uma delas mostra que bebês de mães que se exercitaram durante a gravidez nasceram com um peso um pouco menor e concluiu-se que serão crianças menos propensas a desenvolverem obesidade infantil, um mal que assola muitas famílias.

Uma outra pesquisa muito interessante compara os boletins de Apgar (nota que os bebês recebem do pediatra imediatamente após o nascimento, que mede a capacidade respiratória, cardíaca, tônus muscular, tônus da pele). Bebês de mães que se exercitaram na gestação tiveram significativamente notas de Apgar maiores! 

Isso é sensacional! Mostra que aquelas mamães mais preguiçosas podem começar a se exercitar para o bem de seus filhos e isso trará benefícios muito maiores.

Acredito que difundindo informação, aqui no Brasil, teremos cada vez mais mamães se exercitando como nos países desenvolvidos e mostrando que não há problemas se fizermos os exercícios de forma correta, com o controle correto. 

Portanto, chega de preguiça, prorrogações e “bora” trazer mais saúde para os bebês e pra si!

Até a próxima matéria...

Alexandre Alves é educador físico especialista em gestação e pós parto
www.fitmommy.com.br

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terça-feira, agosto 13, 2013

|Especialista| Dicas de fotografia por Andréia Moreno!!!

Cada vez mais famílias se interessam pela fotografia, mães corujas não se cansam em fotografar cada fofurice de seu pimpolho e compartilhar nas redes sociais por aí afora...

Então, pensando nisso, estréia hoje aqui no blog como especialista a querida Andréia Moreno! Ela dará dicas para uma boa fotografia, técnicas que poderemos aplicar nas fotos caseiras para dar aquele toque profissional, tendencias em fotografia infantil, enfim, vai compartilhar com a gente um pouco da sua experiência nesse universo da fotografia infantil.

Universo esse que ela entrou com o nascimento da sua pequena Manuela e que não quer sair mais!

No seu post de estréia ela falará um pouco sobre o Smash the Cake, vocês conhecem?


A nova moda de comemorar o primeiro aninho do bebê é um ensaio fotográfico que foge totalmente do tradicional. O "Smash the Cake", surgiu nos Estados Unidos e já virou febre aqui no Brasil. O nome já diz tudo, Smash the Cake consiste literalmente em "esmagar o bolo".

É uma bagunça super gostosa e eu particularmente adoro fotografar!
A criança se diverte com um bolo todinho pra ela fazer o que quiser. Vale se lambuzar toda, comer com as mãos, colocar os pezinhos, lambuzar a mamãe e o papai,... e o melhor de tudo, rende fotos maravilhosas de um momento que não dá para voltar a trás.

A ideia vem agradando muitas mamães que gostam de deixar registrado cada experiência dos seus bebês com diversas reações ao experimentar o açúcar pela primeira vez. Com isso rendem muitas caretas e sorrisos a serem fotografados. E uma boa ideia é que estas fotos podem ser usadas para a confecção de convites, lembrancinhas e pôsteres da festinha de 1 ano.

Eu sugiro que este ensaio seja feito logo após o bebê completar dez meses  de vida, assim ele já consegue ficar sentado durinho e os pais devem participar interagindo com a criança, principalmente no caso dos bebês que não gostam da primeira sensação de contato com o bolo.

As fotos sempre são feitas de maneira muito espontânea procurando realçar os detalhes das cenas. Sempre sugiro que as fotos sejam feitas em locações externas, em uma área verde por exemplo. Fica mais bonito, mas também pode ser feito na residência da família. A escolha de uma boa locação faz toda a diferença na hora da foto.

Claro que o bebê sempre come um pouquinho do bolo, então também devemos pensar no bem estar deles. O bolo deve ser pequeno, de preferência com bastante marshmallow ou chantilly. Bolos cobertos com pasta americana são lindos, mas ficam mais difíceis do bebê se lambuzar. Evitem também bolos com confeitos tipo confetis entre outros, pois são pequenos demais e os bebês podem se engasgar com eles. O ideal mesmo é um bolo fofinho, de massa branca, com muito glacê de cores vibrantes.

O "Smash the Cake" é um momento de descontração e de cumplicidade entre o bebê e os pais. É muito mais que um simples registro. A parte mais divertida mesmo é quando os pais se entregam à brincadeira e se lambuzam junto com os bebês... ai sim vira uma festa!

A duração de um ensaio desse tipo é de aproximadamente uma hora, pois a criança pequena perde a paciência rapidamente.
Este tipo de ensaio é também uma boa ideia para os papais que decidiram não fazer festa de 1 aninho. Os pais podem juntar os avós, os padrinhos, os tios e primos para fazerem aquela bagunça em família e aproveitar para registrar este momento do bebê em grande estilo, ficando uma ótima recordação para toda a vida da família.

Acredito que  esta tendência na fotografia veio para ficar... assim espero!

Beijinhos...
Andréia Moreno
http://andreiamoreno.com/

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segunda-feira, julho 15, 2013

|Especialista| Refrigerante na gestação!!!

Depois de um tempo afastada do blog por conta do nascimento da pequena Rafaela nossa especialista em nutrição Aline Nascimento volta hoje falando sobre a relação entre o consumo de refrigerantes e o risco de parto prematuro.

Vamos ficar atentas mommys!!!


Muitas pesquisas e estudos apontam para a influência da dieta alimentar materna sobre as chances de um parto prematuro. O alto consumo de gordura, de carne vermelha e de alimentos calóricos já foi classificado como prejudicial à gestação. Atualmente um estudo feito com mais de 60.000 grávidas indicou uma relação entre o consumo de refrigerantes e um risco mais elevado de parto prematuro.

O estudo afirmou que essa probabilidade pode ser 25% maior entre mulheres que ingerem mais do que uma dose desse tipo de bebida por dia quando comparadas com aquelas que nunca consomem o produto.
Essa associação já era conhecida, não especificamente em relação aos refrigerantes, mas sim ao excesso de açúcar em geral, que é prejudicial para grávidas e bebês.

Uma gestante que consome excessivamente alimentos e bebidas que contêm muito açúcar aumenta, obviamente, os níveis da substância em sua corrente sanguínea. Com isso, mais açúcar vai para o bebê, fazendo com que ele cresça e ganhe peso mais rapidamente (macrossomia fetal). Como eles ficam muito grandes, e útero se estende mais, predispondo ao parto prematuro. O excesso de açúcar também pode provocar diabetes na mãe e no bebê.

Por esses motivos, é recomendado que gestantes consumam menos açúcar. Além dos prejuízos ao bebê, o excesso pode contribuir para o ganho de peso na gravidez, que provoca problemas de saúde e também desconfortos.

No entanto, as gestantes não devem evitar completamente o açúcar, já que é essencial que elas sigam uma dieta equilibrada que contenha todos os nutrientes necessários.

Aline Nascimento é Nutricionista e Personal Diet
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segunda-feira, julho 08, 2013

|Especialista| A linguagem corporal dos bebês!!!

Você já pensou como os bebês conversam? Algumas pessoas pensam que os gritinhos felizes, ou o choro são a forma primordial de comunicação dos bebês. Engana-se quem pensa assim...

Os bebês falam através do corpo!

E quem fala sobre a linguagem corporal dos bebês com a gente hoje é a nossa especialista em Shantala, a querida Denise Gurgel.

Fonte Imagem: Google
Os bebês conversam através de cada movimento e com isso sempre dizem alguma coisa. É por isso que no começo é tão difícil ler o que o bebê está querendo dizer, nós somos mais verbais e os pequenos corporais. Então, percebemos que o bebê reage muito mais àquilo que sente e percebe através da pele. 

Por isso o colo é tão importante para o desenvolvimento e comunicação do bebê!

Os bebês falam com o corpo e sentem tudo através dele também. É por isso que quando os pais estão tensos o bebê reflete essa tensão. A forma como o pegamos diz muito para ele e aquele colinho tranquilo na hora da cólica faz toda a diferença para a crise passar logo.

É lindo ver o bebê mexendo as perninhas e os bracinhos. Um corpinho tão delicado que diz muito para nós.

O tato é o primeiro órgão do sentido a se formar intra útero. Com tantos estímulos na pele na barriga da mãe, está explicado o fato de o bebê preferir o colo do que o berço frio. E tem coisa melhor do que colo? Essencial para a vida!

O bebê procura o tempo todo esse contato, o estímulo constante na pele que recebeu durante a gestação. Embalar, aninhar, acariciar, massagear o bebê é de extrema importância para estimular a pele, o funcionamento do organismo e mais ainda, entender os movimentos do seu pequeno.

Através do corpo o bebê expressará seus sentimentos e necessidades e a partir do momento que o bebê é compreendido torna-se mais próxima à solução. O choro só vem depois que não entendemos os movimentos do corpo.

Hora da massagem!

Costumo dizer aos pais que a hora da Shantala é um momento especial para entender como os bebês se comunicam. Massageando o filhote os pais se colocam em inteira atenção ao bebê e percebem melhor o seu corpinho e como eles se movimentam.

Um dia, num curso, o pai disse que sabia quando o seu bebê de um mês estava bravo porque ele abria os dedinhos do pé e quando estava tranquilo os dedos do pé ficavam juntinhos. Durante o curso bateu aquela fome e o bebê chorou. Dito e feito, vi tudo isso acontecer como o pai falou! O pai consegue identificar o que está acontecendo com o filhote e isso é o máximo!


Então, mãos na massa hoje! Ligue o aquecedor, tire a roupinha do seu bebê, estimule e conheça o corpo do seu pequeno e o ajude a se conhecer também!

Denise Gurgel é fisoterapeuta materno infantil especialista em shantala

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segunda-feira, julho 01, 2013

|Especialista| - Colo não faz mal e os bebês adoram!!!

Na coluna Especialista de hoje a Drª Regiane nos fala dos benefícios que o colo traz para o bebê. Vem com a gente!
Fonte Imagem: Google

A mãe logo que o bebê nasce sente o imenso desejo de tê-lo nos braços, olhar seu rostinho e afagar seu corpo macio sedento de calor e afeto.
Nos anos 50, alguns psicólogos recomendavam às mães, que deixassem seus bebês chorarem, do contrário, seus filhinhos seriam manhosos, dependentes, e, só se acalmariam no colo. O vicio em colo seria tanto, que as mães não poderiam fazer mais nada a não ser ficar dia e noite com a criança nos braços.
Hoje, os modernos estudos na área de neurociências mostram o inverso – colo faz bem. O bebê deixado sozinho pode sentir-se abandonado, angustiado e amedrontado.  Sentimentos e sensações que não fazem bem a nenhum ser humano, principalmente numa fase tão delicada e desprotegida, que é o primeiro ano de vida do bebê.
Quando a mãe está perto, o cheiro familiar, a frequência cardíaca e a frequência respiratória retornam ao bebê a deliciosa sensação de um dia já ter vivido e sentido isso. O ambiente devolve ao bebezinho a inspiração de um momento mágico vivido dentro do útero. É como se ele estivesse restituindo a magia de uma convivência de proteção e amparo total.
O corpo da mãe promove instantaneamente o relaxamento do bebê – é um verdadeiro “Prozac”.
A mãe que pega seu bebê no colo fica menos ansiosa e mais confiante em sua maternagem, e por sua vez o bebê também entra nessa sintonia: fica mais tranquilo, mama melhor, sente menos cólica e chora menos.
E ai? Vale a pena acalentar o bebê no colo?
Outro dado que reforça o quanto o bebê precisa de um colinho em seu início de vida é a sua capacidade visual. De início eles enxergam a uma distância de 20 a 30 cm, o suficiente para mirar a face da mãe, encontrar o mamilo e se deliciar do contato olho a olho com sua mãe.
Deixar o bebê chorar e não confortá-lo pode causar danos permanentes na criança. Os estudos comprovam esses danos por meio de estudos de imagem cerebral.
E ai, vai deixar ele chorar conforme a comadre recomendou?
As crianças que choram sem ser aplacadas em seu desconforto e sofrimento podem tornar-se adultos mais suscetíveis ao estresse, carentes, inseguros, com dificuldade de contato social, e, muitos referem um sentimento de vazio inexplicável.
O contato mais íntimo com os bebês proporciona uma vida mais segura e promove no futuro relações mais saudáveis no ambiente que as rodeiam.
O colo desperta no bebê uma experiência de amor, segurança e totalidade. Aqui não estou afirmando que os bebês devem ficar no colo o dia todo e que suas mães não podem nem sequer experimentar um banho relaxante e um copo de água fresca. Muito menos que seus bebês não podem nem sequer dar um resmunguinho. Estou enfatizando, tão apenas, bom senso e carinho para esse nobre hospede, que ficará conosco por muito e muito tempo.
Perto de suas mães os bebês se sentem em casa. Se o bebê chora é por que ele não sabe falar: ei você ai, poderia trocar minhas fraldas. Eu estou sujinho e com fome!


Dra. Regiane Glashan, dentre outras qualificações, é terapeuta de bebê e criança e escreve o blog Terapeuta de Bebês.
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quarta-feira, junho 19, 2013

|Especialista| - Dicas para montar uma brinquedoteca!!!

Atualmente, uma ótima alternativa quando não se tem muito espaço disponível em casa e um investimento interessante realizado pelos condomínios é a criação de uma brinquedoteca na área comum.
Ótima opção para dias de chuva ou muito frio!
O ambiente não precisa ser muito grande, a ideia é criar um local acolhedor e apropriado para acomodar a criançada de várias faixas etárias. 

Alguns itens são fundamentais para caracterizar uma brinquedoteca:
  • O piso, por exemplo, é muito importante; o tipo vinílico é bastante indicado. De baixo custo, fácil colocação e manutenção, estimula a circulação sem sapatos e viabiliza as brincadeiras no chão.
  • Pufes estofados de diversos tamanhos, modelos e cores são apropriados tanto para as crianças quanto para o adulto que as acompanha.
  • Vale inserir uma parede lousa e caixas para guardar brinquedos, como bolas, pinos de boliche, cubos e blocos.Crianças de todas as idades usarão o ambiente, portanto atenção aos brinquedos pequenos ou perigosos!
  • Se o condomínio desejar, poderá instalar um aparelho de som, uma TV com Blue Ray ou disponibilizar TV a cabo com programação exclusivamente infantil.

A brinquedoteca promove a interação e prepara para o convívio social. Brincar no mesmo espaço e dividir alguns brinquedos desperta o “compartilhar” e o respeito por outras crianças!
Agora, se você tem um cômodo em casa que pode ser adaptado e transformado, beleza, é só colocar as dicas em prática e criar para seu filho a sua própria brinquedoteca!
Lígia Bisconti é arquiteta e urbanista especialista em quartos de bebês
http://www.ligiabisconti.com.br/

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quarta-feira, junho 12, 2013

|Especialista| - Idade para engravidar ainda está longe do consenso!!!

Os avanços tecnológicos da medicina reprodutiva têm sido o alento de muitos casais inférteis. 
Graças à ousadia da ciência, mulheres em idade avançada, que já não possuem a mesma quantidade e qualidade de óvulos, ou homens que sofrem de infertilidade, podem ter a oportunidade de carregar em seus braços o tão esperado filho sem recorrer à fila de adoção.

Fonte Imagem: Google

Cada vez mais comum, a doação de gametas (óvulos e sêmen), é adotada em, aproximadamente, 5.500 procedimentos de reprodução assistida realizados por ano, só no Brasil. Porém, não há leis específicas que orientem a prática, apenas uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que regula os princípios básicos da conduta médica. 
A doação de gametas, assim como a idade avançada para engravidar são pontos que, segundo os especialistas, ainda precisam ser melhor debatidos pois , muitas vezes, o que é praticado no dia a dia dos laboratórios de fertilização in vitro depende exclusivamente da ética dos profissionais envolvidos.

No país, de acordo com o CFM, é proibido comercializar sêmen e óvulos. As doações são anônimas, gratuitas, e não podem ser feitas entre parentes. Fica disponível para o conhecimento do receptor apenas a cor da pele, escolaridade, altura, e tipo e cor do cabelo do doador, e cabe ao médico selecionar os gametas cujas características são compatíveis entre ambos.

No caso da doação de sêmen, não há grandes problemas ou burocracias, só é necessário que o voluntário ejacule por meio de masturbação e, tal como doar sangue, isso pode ser feito a qualquer momento, sem qualquer prejuízo para o voluntário. No caso da doação de óvulos, a situação é diferente. O procedimento para a coleta é mais complicado e desgastante, já que a doadora recebe medicamento para estimulação ovariana. Essa peculiaridade faz com que apenas mulheres em tratamento doem óvulos. Não há outras alternativas.

Apesar de voluntária, a doação segue uma série de restrições impostas pelo CFM. Cada doador só pode gerar dois filhos por um milhão de habitantes, evitando, assim, que parentes de sexos opostos se relacionem. A relação amorosa entre meio-irmãos pode implicar em doenças genéticas para o bebê. Por isso, há muito controle em relação à distribuição do sêmen. Uma vez enviado para alguma região do país, o banco de esperma é avisado caso a gestação aconteça, evitando assim fornecer novamente o material do mesmo doador para qualquer estado daquela área.

Com o aumento da procura pela doação de gametas, começa-se a discutir, então, um novo embate para a sociedade: os filhos gerados por gametas doados devem saber quem são os donos de metade dos genes que eles carregam? A resposta está longe de um consenso. De um lado, estão os voluntários resguardados pelo anonimato, condição que motiva muitos a doarem por puro altruísmo. Na outra extremidade, estão jovens que querem saber quem é o doador e a influência que os pais biológicos têm na sua personalidade, saúde etc.

Outro ponto muito questionado em termos éticos é a idade adequada para a gravidez. 
A idade mais fértil da mulher vai dos 20 aos 30 anos, mas a opção pela gestação tardia vem se tornando algo comum por aqui, assim como nos países mais desenvolvidos. Na tentativa de realizar o desejo da maternidade, muitas mulheres acima dos 40 ou mesmo dos 50 anos têm procurado ajuda médica. Além dos possíveis riscos para mães e bebês, existe outra questão, que se levanta nesse caso: até que idade uma mulher tem boas condições físicas para dar à luz e criar um bebê? A resposta não é simples. 
É preciso avaliar os riscos para a mulher durante uma gestação com idade avançada, principalmente acima dos 55 anos de idade (pré-eclâmpsia, hipertensão arterial, diabetes, complicações cardiovasculares e tromboembólicas, entre outras). É necessário refletir também sobre o futuro destas crianças, filhos de pais com a idade avançada e que correm um risco maior de se tornarem órfãos precocemente.

Existem limites para a transferência de embriões, de acordo com a idade da futura mamãe: segundo as normas do CFM, mulheres com até 35 anos devem receber até dois embriões; dos 36 aos 39, até três e, acima dos 40, até quatro. Para o último caso, no entanto, antes de qualquer procedimento, o médico deve alertar para os perigos que a gestação pode oferecer e fazer uma avaliação médica mais criteriosa.

E, com o avançar da tecnologia de reprodução assistida, ainda outros aspectos éticos surgem, como, por exemplo, quais os limites para atender os desejos dos pais: é possível escolher o sexo, a cor dos olhos, cabelo, ou número de bebês? E o caso de mulheres viúvas que querem engravidar com esperma do marido falecido? A escolha do sexo do embrião só é permitida quando há risco de doenças ligadas ao sexo, como no caso de famílias nas quais todos os meninos podem nascer com problemas genéticos. Em uma situação como essa, selecionamos os embriões para que só nasçam meninas. Já em relação à utilização de gametas de pacientes falecidos, isso só é possível se ele deixar uma autorização por escrito. Caso contrário, só é permitido se houver autorização judicial.

A tecnologia aliada à ciência só tem a nos trazer benefícios, desde que as escolhas e condutas caminhem lado a lado com a ética.

Dra. Maria Cecília Erthal é diretora-médica do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or
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quarta-feira, junho 05, 2013

|Especialistas| - Desenvolvimento da linguagem de 6 a 12 meses!!!

O desenvolvimento de uma criança não acontece de forma linear. Muito antes de um bebê murmurar sua primeira palavra, ele aprende as regras da linguagem e percebe como os adultos a usam para se comunicar.
Desde o nascimento (muitos pesquisadores acreditam que o trabalho de compreender a linguagem começa ainda no útero) o bebê vai absorvendo os sons, os tons e as palavras que moldarão a forma com que ele vai falar. Ele aprende aos poucos, ouvindo as outras pessoas conversarem, aprendendo os sons das palavras e como as frases são estruturadas, na medida em que completa saltos de desenvolvimento mental, emocional e comportamental.
Fonte Imagem: Google
 As mudanças que são produzidas ocorrem de forma gradual, são períodos contínuos que vão se sucedendo e se superpondo. Poucos dias após o nascimento, o bebê é capaz de diferenciar a sua voz das de outras pessoas.
Dos 6 aos 12 meses o bebê passa pela fase da “lalação”, do treino com monossílabos, a criança fala como se estivesse conversando. Nessa fase ela entende quando lhe dizem tchau e começa a reservar cada som para um objeto específico.
6 meses: Lalação espontânea (vocalizações sociais), “fala com brinquedos”. Vira a cabeça para o lado que vem o som. Modula a voz para tons graves. Balbucia “mama, papa”, mas sem associar significado a eles.
7 meses: Faz “m-m-m” quando chora. Lalação: vocaliza sílabas diferentes do mesmo som ou diferentes sons vocálicos em diferentes combinações. Ex.: ah, oh, uh, ah, ah. Compreende tonalidades e inflexões dos outros. Entende o significado de algumas palavras com “não”. Alguns observam figuras em livros.
8 meses: Lalação: vocaliza sílabas simples como: ba, ca, da. Podem ser precedidas de vogais como: ah da. Tenta imitar os pais. Emite sons, reconhece o próprio nome olhando para o falante.
9 meses: Vocalização: “dá dá” ou equivalente, sem significado especial. Imita sons de tosse, estalo, etc. Compreensão: responde ao próprio nome e a “não-não”, interrompe a atividade, embora depois prossiga nela. Balbucia para ouvir a própria voz.
Dos 10 aos 12 meses o bebê já forma o seu vocabulário, usa “mama, papa” com significado para pai e mãe. Fala uma palavra: qualquer som usado consistentemente. Não importa a articulação. Compreensão: adeus e palminhas por meio de ordens dadas pela mãe. Começa a entender: “aqui, lá, dentro, fora, para cima, para baixo”. Quando quer pedir fala “dá”.

Adriana Salomão é fonoaudióloga especialista no atendimento à crianças.
drisalomao@oi.com.br
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quarta-feira, maio 29, 2013

|Especialista| - Dicas para economizar na decoração do quarto das crianças!!!

Quando de fato surgiu a oportunidade de concretizar o sonho da casa própria, na mesma hora me veio a pergunta?? Como vou decorar meu cafofex novo, se não tenho verba pra isso?
A casa em si já era um presente, um esforço conjunto meu e da minha família para colocá-la de pé. Decoração seria o supérfulo do supérfulo, mas confesso, não vivo sem ela! E comecei a colocar a cabecinha pra funcionar.
Na verdade eu tinha um montão de quadros encaixotados, pois sou louca por eles desde que me conheço por gente. Só que eles já estavam danificados, e com o paspatur amarelado e manchado.  E tinham ainda muitas moldurinhas prontas que comprei na TokStok há anos luz. Já fiz delas miséria e quando chegou a hora de decorar o quarto das crianças, não pensei duas vezes em utilizá-las!
Primeiro porque são moldurinhas baratas e que vc pode trocar o conteúdo como num porta retrato. Na verdade a tal da moldurinha consiste em um sanduíche de eucatex com vidro e presilhinhas que juntam as partes. Penso que fazer coisas definitvas para quartos de criança é uma grande besteira, pois as fases mudam a cada instante, então o barato mesmo é personalizar de acordo com o gosto da criançada.
Partindo disso, a vibe atual daqui de casa é, Star Wars para ele e muita cor, bonecas, Paris e filmes para ela.

Na verdade ela me permite viajar mais nos meus delírios criativos!
Minha filha é uma apaixonada por Paris (vai entender, pois nunca foi na cidade), então fuçei no Pinterest e achei uma imagem que poderia servir como papel de parede, presente etc. Depois foi a vez de apresentar as bonequinhas de papel da minha época e explicar como funcionava, e como eu gostava de cortar, montar e trocar as roupas. Ela se encantou também, e fácil mesmo foi achar um site chamado "bonequinhas de papel" e sua infinidade de opões de todas as décadas. Então, foi só apresentar pra ela e deixá-la escolher as bonecas mais interessantes. Minha filha se chama Alice, consequentemente ama o filme "Alice no País das Maravilhas" e sua várias versões. Baixei um poster antigo, beeeeeeeeeeeem antigo, do filme e pra arrematar imprimi uma imagem da Mary Poppins, outro filme que eu amava na minha infância e já foi apresentado à minha filhota. Não poderia ainda deixar de encomendar com minha querida Carol Grilo da FofysFactory um bastidor com o nome dela pra dar uma quebrada nos formatos retangulares que compunham a parede. 
Bem, o quarto dela foi uma forma de relembrar a minha infância, de agregarmos coisas que nós duas gostamos e ainda, de trazer uma decoração única e personalizada, fora das mesmices de Barbie e princesas.
Fonte Imagem: Arquivo Pessoal
Já com meu Dani foi mais simples ainda!
O menino curte horrores Star Wars com o vilão Darth Vader e sua legião do mal contra Luke Skywalker e sua legião do bem. Fuçando por aí (não me pergunte onde) achei umas imagens de vários personagens da trilogia, medi e mandei imprimir num papel especial e de tamanhos variados. Deixei os quadros maiores para meu filhote, pois ele tinha pouca parede e grande mesmo eu só tinha três, ao contrário do quarto da minha Alice, que tinha uma parede inteira pra brincar de decorar. Assim ele escolheu uma imagem dos soldados de Darth Vader, outra do próprio vilão e a última do Mestre Yoda. Feliz , feliz mesmo ele ficou quando viu os quadros em cima da cama.
Já no banheiro, que ganhou pastilhas azuis no box, projetei quadros de super heróis porém vintages, e o Dani decidiu pelo Capitão América e pelo Superman. Ficaram perfeitos na moldura caixa branca e em cima do vaso, velando a hora sagrada e particular do meu filhote.


Fonte Imagem: Arquivo Pessoal

Bem, pra quem acha que decorar é caro, a internet e um boa impressora caseira oferecem uma série de boas possibilidades. De resto... é viajar, pesquisar e botar a mão na massa!

beijos e até a próxima

Verônica, personal organizer, mãe de gêmeos, dona de uma casinha fofa  (e agora própria) e proprietária do Ateliê Ordenar.
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quinta-feira, março 07, 2013

|Especialista| ~ 5 dicas para tirar a chupeta sem traumas!!!

Olá! A Débora me pediu que fizesse um post sobre como fazer a retirada da chupeta sem traumas e falo sobre esse assunto como fonoaudióloga e mãe, porque a minha Sofia de 4 anos ainda usa chupeta e está bem viciadinha.
Sim, percebo esse hábito nesta idade como um vício! E eu, como mãe e fono, confesso que tive e estou tendo dificuldades em fazer essa retirada!
Já fiz algumas tentativas (muito cuidado com dicas “malucas”) e ainda... nada! Então, essa fase me serviu pra confirmar o que eu já pensava, que isso não é receita de bolo! Cada criança tem a sua fase, o seu tempo, o seu desenvolvimento e porque não, os seus problemas (emocionais, familiares, psicológicos).
Mas, mesmo pensando assim, acho que é válido continuar tentando e por isso seguem algumas dicas sobre o assunto que são viáveis de serem colocadas em prática. Sugestões que coloco em prática com minha filha e orientando meus pacientes!
É sempre bom lembrar que os pais devem concordar com o processo e estarem bastante seguros pois a criança percebe quando há uma discordância ou insegurança por parte deles. Quando os pais estão convictos da importância dessa retirada e o uso por parte da criança é restrito, o processo costuma ser fácil!
Fonte Imagem: Google

5 dicas para tirar a chupeta sem traumas para seu filho e para você e qual o momento ideal para a criança deixar o hábito?!

Para aquelas crianças que tem um hábito de sucção significativo a primeira dica é procurar ignorar o ato em si, pois essas manias, na maioria das vezes, se resolvem com o crescimento e o ingresso na fase escolar.
Punir a criança ou forçar a retirada a todo custo pode fazer com que ela se sinta contrariada e isso não ajuda em nada a retirada, muito pelo contrário, pode ser mais danoso que o próprio hábito em si.
A chupeta é um objeto símbolo para as crianças, pois ela é seu primeiro acompanhante fiel além de acalmar, relaxar e ajudar a dormir!
A fase ideal para iniciar o processo de retirada deve ser entre um e dois anos e no máximo até três, geralmente nessa fase elas começam a ir para escola ou creche, mas é importante ressaltar que esse processo não deve coincidir com nenhum outro momento decisivo na vida da criança, como o nascimento de um irmão, por exemplo.
Agora, se essa sucção for constante e persistente, os pais podem e devem tomar algumas medidas que podem ajudar nessa retirada.

1.    Valorizar os momentos em que a criança não está chupando a chupeta ou o dedo e limitar os horários de sucção, como por exemplo, eliminar o hábito durante o dia.

2.    Criar um plano de metas de dias sem sucção com alguns agrados em retribuição pode ser uma boa tática.

3.     Distrair a criança e manter a suas mãos ocupadas também ajuda no processo.

4.    Determinar um prazo para a retirada definitiva.

5.    Entregar a chupeta ao Papai Noel ou Coelhinho da páscoa pode ser uma boa estratégia.

Espero que tenha ajudado e esclarecido algumas dúvidas. Mas, a dica mais importante, e que recomendo sempre é a conversa.
Mesmo achando que não tivemos sucesso com as tentativas e dicas, nunca deixe de conversar, explicar a importância da retirada da chupeta para o seu filho.
Quem sabe, quando a gente menos esperar esse hábito acaba ou vai embora?
Beijos

Adriana Salomão é fonoaudióloga especialista no atendimento à crianças.
drisalomao@oi.com.br
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quinta-feira, fevereiro 28, 2013

|Especialista| ~ Brincar é só uma brincadeira?

Hj nossa especialista Dra. Regiane Glashan vem nos falar sobre a importância do brincar para o desenvolvimento físico e psíquico dos pequenos, será que brincar é só uma brincadeira?

Fonte Imagens: Google
 
Talvez poucos pais saibam o quão importante é o brincar para o desenvolvimento físico e psíquico de seu filho.  Brincar não é um simples passatempo para os pequenos. É uma forma de experienciar o mundo num imenso “laboratório infantil”.
As crianças na atualidade possuem verdadeiras agendas de altos executivos e na grande maioria não têm tempo para brincar – não têm espaço para testar a fantasia e contrapô-la a realidade.
Inúmeras vezes os próprios pais inibem as brincadeiras dos seus filhos, exigindo organização, limitando o espaço lúdico e acreditando que os estão ajudando, acelerando a aquisição de comportamentos desejáveis: manter tudo organizado e limpo. Estão na verdade, queimando uma etapa muito importante do desenvolvimento infantil.
Não estou afirmando que após a brincadeira, os pais não devam cobrar a colaboração das crianças para colocar ordem na bagunça! Guardar os brinquedos e organizar o “campo de batalha” faz parte do brincar.
Pelo brincar a criança está experimentando o mundo, os movimentos e as reações, tendo assim, elementos para desenvolver atividades mais elaboradas no futuro (raciocínio, lógica, emoções, expressões de sentimentos, entre outras).
Através do simbólico jogo da brincadeira, a criança irá entender o mundo ao seu redor. Terá a oportunidade de testar habilidades físicas (correr, pular, trepar em obstáculos, balançar), desempenhar funções sociais (ser médico, dentista, engenheiro, professora, enfermeira, veterinária), aprender as regras, colher os resultados positivos ou negativos dos seus feitos (ganhar, perder, cair), e dessa maneira registrar o que deve ou não repetir nas próximas oportunidades (ter mais calma, não ser teimoso, aprender com os erros e os acertos).
A aprendizagem da linguagem e a habilidade neuromotora de uma criança também são desenvolvidas durante o brincar. Hoje é comprovado que bebês que recebem estimulação de brinquedos, que permitam sua participação ativa, não apenas como observador, desenvolvem mais a inteligência e demonstram maior interesse pelo aprendizado.
A brincadeira permite um extravasar de sentimentos e afetos (amizade, companheirismo, disputa, carinho, raiva, etc.), auxilia na reflexão sobre a situação (o que fazer primeiro, como dar o próximo passo, como finalizar uma terefa ou um problema, postergar um desejo), e propicia treinar no aqui agora o mundo adulto de amanhã (casar e ter filhos, dirigir o carro bacana do papai, escolher uma profissão, etc.).
O ato de brincar com outras crianças favorece o entendimento de certos princípios da vida, como o de colaboração, divisão, liderança, obediência às regras e competição.
Quando a criança tem dificuldade em brincar ela não pratica todo seu potencial criativo e imaginativo, interage pouco com os amiguinhos e não usufrui de todo seu potencial para a saúde mental.
Portanto, as crianças que brincam, estão mais preparadas emocionalmente para controlar suas atitudes e emoções dentro do contexto social e obtém melhores resultados no desenrolar da sua vida.

Dra. Regiane Glashan, dentre outras qualificações, é terapeuta de bebê e criança e escreve o blog Terapeuta de Bebês.
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