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segunda-feira, abril 08, 2013

O tempo - como organizá-lo?!

Olá pessoal! Sumi né? Sorry, sorry, sorry!!! Sabe quando acontece uma coisa chata e que desencadeia váááárias outras, como uma avalanche?

Pois então, foi isso que aconteceu por aqui... Minha faxineira pegou dengue e ao mesmo tempo AL fez uma infecção respiratória daquelas, daí fiquei quase uma semana sem dormir pois ela tossia muito durante à noite e acabava engasgando aí eu não conseguia pregar o olho pois ficava com medo dela parar de respirar #amaisneurotica.

Depois que ela melhorou JH teve conjutivite e acabou passando pra mim tb, e depois ele teve tendinite no punho (aí já viu, perdi a ajuda dele!)  e então veio uma virose que me derrubou.

Urucubaca pouca é bobagem!
Mas entre mortos e feridos salvaram-se todos e cá estou retomando as nossas postagens... :)

Fonte Imagem: Google

Nesse fds em um grupo de blogueiras que participo no FB foi levantada a questão da organização do tempo e como cada uma faz para manter uma rotina muitas vezes frenética com filhos, casa, marido, trabalho, blog e por aí vai...

Depois que nos tornamos mães a perspectiva do tempo muda completamente, seja pelas novas tarefas que surgem seja pela nossa própria maneira de encarar o tempo. Passamos a ter outras prioridades e isso nos impõe muitas vezes rotinas árduas, que acabam por nos esgotar!

Eu não sou uma das mais organizadas com o tempo mas acabei criando um método que pra mim funciona bem, exceto quando AL fica doente, aí lascou-se tudo!
Listei todas as atividades que são rotina e priorizo o que pode ser feito com AL em casa e o que não consigo fazer com ela por aqui e assim distribuo as atividades ao longo do dia.

Por exemplo: primeira coisa a fazer depois de levantar, fazer xixi e escovar os dentes é arrumar as camas (se não faço isso logo que levantamos embola todo o resto) daí subimos para tomar café e preparar o lanche da escola, se for dia de fazer almoço (é isso mesmo, não faço comida todo dia!) já tiro a carne e feijão do freezer para ir descongelando. Por volta das 10h dou banho e arrumo AL para a escolinha e enquanto ela assiste um desenho esperando o pai vir buscá-la aproveito para colocar roupa na máquina e passar um pano no andar debaixo (quartos e banheiro). AL sai para escola por volta das 11h aí dou uma ajeitada no andar de cima (varanda, sala e cozinha), preparo o almoço, tomo um banho e sento para trabalhar até a fome bater.

Minha agenda de trabalho é minuciosamente elaborada pois algumas atividades são diárias (ler e responder emails, atender clientes, ler e responder as notificações do FB) e outras são distribuidas ao longo da semana.

Por exemplo: 2a e 5a cuido do blog (escrever, programar e divulgar os posts, ler meu blogroll, coments em outros blogs, consulta a analytics...), 3a cuido da parte administrativa da Personal Bebê (organizo documentos, mailling, crio textos de contato, listo marcas e produtos...), 4a faço contatos (imprensa, parceiros, anunciantes...) e na 6a cuido das redes sociais e leio as newsletteres semanais.

Eu tenho a vantagem do marido levar e pegar AL na escola o que me deixa mais livre. Nos dias em que preciso sair para resolver alguma coisa de banco, supermercado, atendimento presencial de cliente e etc procuro sair no horário que AL vai para escola ou então no horário em que ela sai da escola, o que ajuda a não "cortar" o dia ao meio.

A minha dica para quem ainda não conseguiu criar uma rotina diária além de ter uma agenda (isso é imprescindível!) é listar todas as atividades diárias e o tempo que usa para executá-las, dessa maneira é possível visualizar e distribuí-las de forma assertiva ao longo do dia e da semana.

E vcs mulhermãeprofissionalempreendedorablogueiradonadecasa como organizam a rotina e o tempo, conta pra gente?!
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terça-feira, março 12, 2013

|Desabafo| ~ Baby blues, vc sabe o que é?!

Quando estava grávida ganhei da minha sogra um cd de canções de ninar liiindo e assim que cheguei com AL em casa comecei a colocá-lo para tocar à noitinha, naquela hora fatídica em que os bebês ficam muito nervosos/agitados.
Comecei a me emocionar muito com aquelas canções e rapidamente passei a não conseguir mais ouvi-las. Até hj se escuto o cd, pronto, tô eu lá chorando outra vez! :)
Naquela época não associei a minha emoção à flor da pele ao famoso baby blues e hj tenho plena conciência de que passei por esse momento. Eu sentia uma imensa gratidão e alegria por ter AL em meus braços e ao mesmo tempo, inconscientemente, tinha medo da grande resposabilidade que era me tornar mãe. Era como se somente naqueles dias, depois de tê-la nos braços tomasse a consciência do que viria pela frente...

Fonte Imagem: Google

Para quem não sabe o Baby Blues é uma alteração transitória no humor da mãe que acontece devido às rápidas alterações hormonais e acomete até 80% das mulheres na fase que compreende o 3º e 5º dia pós parto.
Os sintomas vão desde melancolia, irritabilidade, tristeza e ansiedade passando por choros constantes. O stress do parto, a consciência de responsabilidade que aumenta depois de ter um ser indefeso e totalmente dependende da mãe e a incerteza do que vem pela frente são sentimentos muito comuns nesse momento!
Os sintomas do Baby Blues costumam desaparecer espontâneamente em poucos dias e se eles persistirem, o ideal é procurar ajuda médica pois a Depressão Pós Parto (já falamos aqui sobre quando é necessário buscar ajuda) tem sintomas muito parecidos e deve ser tratada o quanto antes pois sua recuperação não é de forma espontânea como no Baby Blues.
O apoio da família e dos amigos é essencial nessa fase assim como o descanso. Lembrar essa mulher que é natural se sentir sobrecarregada e insegura nesse momento tão novo ajuda a aliviar esses sintomas!
E vcs mommys, passaram por essa fase no pós parto? Como lidaram com a situação?
Beijos
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sexta-feira, março 08, 2013

Maternidade x Carreira: como conciliar?!

Hoje dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher mas isso todo mundo sabe! O que muita gente não sabe é o porque da criação desse dia.
Esse Dia Internacional (chique hein?) foi criado em função de uma manifestação das mulheres por melhores condições de trabalho no início do século XX. Desde então, nosso ingresso no mercado de trabalho vem aumentando consideravelmente.
Mas hoje, ser uma mulher que trabalha é muito mais complexo do que se pode imaginar, ainda mais se essa mulher for mãe, aí então é que complica tudo de vez! :)
Vou falar um pouco do que é essa experiência pra mim...

Fonte Imagem: Google

Quando decidi engravidar tinha acabado de passar por um momento de mudança na minha vida (depois de anos de análise) em que havia rompido com algumas situações que me deixavam mal e uma delas era o meu trabalho na época. Decidi que iria investir em mim e naquele momento isso significava investir única e exclusivamente na maternidade e na família.
E foi assim por mais de um ano...
Nesse tempo passei pela fase das tentativas de engravidar, das frustações em não conseguir, passei por tratamentos de fertilidade, por um aborto espontâneo, pela gravidez perfeita, pela luta em ter um parto normal até que AL chegou naquela madrugada de 07/08/09 através de um inesquecível parto natural (aqui tem o relato de parto feito pelo pai).
Daquele dia em diante mergulhei nessa aventura chamada maternidade e com ela me redescobri, foi através da maternidade que enfim encontrei a carreira profissional ideal (para mim, Débora!).
O que eu não sabia era que para gestar aquele novo filho eu me colocaria diante de vários dilemas que povoam hj a cabeça dessa mulher que, além de mãe é profissional mas que acima de tudo ainda continua sendo mulher.
Durante esse primeiro ano de AL muita coisa aconteceu, eu cuidei dela em tempo integral só com a ajuda do marido (tem sido assim até hj, excluindo o fato de que desde 1a6m ela vai à tarde para a escolinha), criei a Personal Bebê num insight entre mamadas e trocas de fralda, resolvi criar um blog, cai de pára quedas em um programa de televisão, reformulei o meu projeto, estudei, esqueci de mim, me encontrei, enfim... Mas o mais crucial é me ver tantas e tantas vezes diante desse grande dilema: como conciliar carreira e maternidade? como protagonizar todos os papéis? o que priorizar?
Escrevendo esse post cheguei à conclusão que não existe uma resposta, não existe a fórmula secreta, não há como protagonizar com perfeição todos os papéis todos os dias, haverá dias que serei uma ótima profissional mas uma mãe de "m", noutros serei a mãe perfeita e uma profissional "meia boca", noutros me sentirei uma grande egoísta por querer cuidar de mim e por aí vai...
É no dia a dia, no corre corre entre um compromisso profissional e outro entre uma nova descoberta de AL e outra, entre um abraço e um beijo e muitas noites em claro que vou tendo minhas pequenas respostas que vou me descobrindo, me reinventando para conseguir ser a atriz principal da novela da minha vida!
Beijos

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva do Mamatraca onde vcs encontram várias mães contando das suas experiências nesse universo maternidade x carreira.
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quinta-feira, fevereiro 28, 2013

|Especialista| ~ Brincar é só uma brincadeira?

Hj nossa especialista Dra. Regiane Glashan vem nos falar sobre a importância do brincar para o desenvolvimento físico e psíquico dos pequenos, será que brincar é só uma brincadeira?

Fonte Imagens: Google
 
Talvez poucos pais saibam o quão importante é o brincar para o desenvolvimento físico e psíquico de seu filho.  Brincar não é um simples passatempo para os pequenos. É uma forma de experienciar o mundo num imenso “laboratório infantil”.
As crianças na atualidade possuem verdadeiras agendas de altos executivos e na grande maioria não têm tempo para brincar – não têm espaço para testar a fantasia e contrapô-la a realidade.
Inúmeras vezes os próprios pais inibem as brincadeiras dos seus filhos, exigindo organização, limitando o espaço lúdico e acreditando que os estão ajudando, acelerando a aquisição de comportamentos desejáveis: manter tudo organizado e limpo. Estão na verdade, queimando uma etapa muito importante do desenvolvimento infantil.
Não estou afirmando que após a brincadeira, os pais não devam cobrar a colaboração das crianças para colocar ordem na bagunça! Guardar os brinquedos e organizar o “campo de batalha” faz parte do brincar.
Pelo brincar a criança está experimentando o mundo, os movimentos e as reações, tendo assim, elementos para desenvolver atividades mais elaboradas no futuro (raciocínio, lógica, emoções, expressões de sentimentos, entre outras).
Através do simbólico jogo da brincadeira, a criança irá entender o mundo ao seu redor. Terá a oportunidade de testar habilidades físicas (correr, pular, trepar em obstáculos, balançar), desempenhar funções sociais (ser médico, dentista, engenheiro, professora, enfermeira, veterinária), aprender as regras, colher os resultados positivos ou negativos dos seus feitos (ganhar, perder, cair), e dessa maneira registrar o que deve ou não repetir nas próximas oportunidades (ter mais calma, não ser teimoso, aprender com os erros e os acertos).
A aprendizagem da linguagem e a habilidade neuromotora de uma criança também são desenvolvidas durante o brincar. Hoje é comprovado que bebês que recebem estimulação de brinquedos, que permitam sua participação ativa, não apenas como observador, desenvolvem mais a inteligência e demonstram maior interesse pelo aprendizado.
A brincadeira permite um extravasar de sentimentos e afetos (amizade, companheirismo, disputa, carinho, raiva, etc.), auxilia na reflexão sobre a situação (o que fazer primeiro, como dar o próximo passo, como finalizar uma terefa ou um problema, postergar um desejo), e propicia treinar no aqui agora o mundo adulto de amanhã (casar e ter filhos, dirigir o carro bacana do papai, escolher uma profissão, etc.).
O ato de brincar com outras crianças favorece o entendimento de certos princípios da vida, como o de colaboração, divisão, liderança, obediência às regras e competição.
Quando a criança tem dificuldade em brincar ela não pratica todo seu potencial criativo e imaginativo, interage pouco com os amiguinhos e não usufrui de todo seu potencial para a saúde mental.
Portanto, as crianças que brincam, estão mais preparadas emocionalmente para controlar suas atitudes e emoções dentro do contexto social e obtém melhores resultados no desenrolar da sua vida.

Dra. Regiane Glashan, dentre outras qualificações, é terapeuta de bebê e criança e escreve o blog Terapeuta de Bebês.
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segunda-feira, fevereiro 18, 2013

|Volta às aulas| ~ Um momento dramático?

Olá pessoal como foram de carnaval? Estou preparando um post contando como foram nossos dias de folia por aqui, ok? Mas hj quero falar com vcs sobre à volta às aulas...
Como muitos sabem AL está na escolinha desde 1ano e meio, optei por colocá-la cedo pois além de nunca ter me sentido muito a vontade em ter uma babá sempre achei super importante o convívio escolar, a socialização em um ambiente novo...
Sua adapatação à escola foi execelente, ela sempre ficou super bem e nunca tivemos um dia sequer de choro desde então.
Hj pela primeira vez ela acordou chorando e falando que não queria ir para a aula, e seu choro era ferido, doído mesmo. Confesso que fiquei meio sem reação na hora pois não havia me preparado para isso, pelo menos não agora!


Fonte Imagem: Google

Ao longo da manhã fui conversando muito com ela perguntando se ela não estava com saudade dos amigos e da professora, falei que eles estavam morrendo de saudades dela, que eles queriam saber como tinha sido o carnaval dela, perguntei se ela queria levar uma foto dela fantasiada de coelhinha para os amigos verem, que ela era uma menina tão inteligente e que meninas inteligentes precisam ir à aula, etc e tal...
Quando fui dar o banho ela disse que não queria ser do CI que ela queria ser do maternal então eu disse que ela agora já era uma mocinha, que mocinha estuda no CI mas que ela podia ir na salinha do maternal quando quisesse, que a "Tia Jeane" (prof do maternal) ia lá no CI visitar eles e foi então que ela me pediu: "Mamãe vc fica comigo lá?"
Nessa hora meu coração espadaçou-se!!!
Mas, recolhi seus cacos e disse a ela: "Amor, a mamãe fica lá com vc mas vamos combinar uma coisa? Vc vai agora com o papai, papa com a tia Kelly, vai para a salinha do CI que a mamãe vai chegar antes da hora da saída para ficar um pouco com vc lá, combinado?"
Depois disso senti que ela ficou bem mais segura, ela começou a contar que tem um monte de amiguinhas novas, que ela iria me apresentar, que as mesinhas e cadeiras são azuis e pretas e que são do tamanho dela, pediu para levar o velotrol para andar com os amigos, enfim me deu um super beijo e foi-se...
Precisamos ter muita paciência nesse momento, controlar nossa ansiedade e conversar com os pequenos ressaltando o lado positivo, as coisa boas de ir para a escola, mas devemos prestar bastante atenção ao nível de reistência da criança pois resistência demais pode significar um problema maior como bullying, por exemplo.
E com vcs como foi essa readapatção dos pequenos? Conta pra gente!!! :)
bjs
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sexta-feira, dezembro 07, 2012

Educar para a vida, eis a questão!!!

Olá pessoal, hj quero dar um depoimento, ou melhor, fazer um desabafo, sobre a eduação que quero para Ana Luiza!

Sempre quis ser para minha filha a mãe companheira que está presente em todos os momentos, a mãe amiga em que ela possa confiar em todas as situações mas, principalmente, a mãe que educa, que a auxilia a percorrer a estrada da vida impondo limites e ensinando através do exemplo, sem gritos, palmadas...

Fonte Imagem: Google
Hj li num outdoor a seguinte frase: "Educar um filho é ensinar-lhe o que é a viver. O quanto antes, melhor!" E fiquei refletindo se tenho agido da maneira como planejei. #culpademãeforever

Dias atrás a Bárbara do blog Baby Dicas falou aqui sobre as birras do "seu" Dudu e como ela fica sem saber como agir nesses momentos e me vejo em muitas situações assim tb, sem saber como agir, para que lado ir.

Eu já sei que quando AL está com sono ela começa a nos agredir, fazendo de tudo para nos tirar do sério e nessas horas procuro não bater de frente, se ela está berrando eu deixo berrar até cansar e só depois dela se refazer converso sobre o acontecido e suas atitudes. Mas, confesso que em muitos momentos me sinto a pior mãe do mundo, um fracasso total!

Tenho percebido que os piores momentos são aqueles em que procuro impor alguns limites como não ficar andando na hora das refeições, sentar para tomar a vitamina, hora para tomar banho (a hora do banho que sempre foi super prazerosa tem dias que simplesmente vira um caos, não quer lavar a cabeça etc e tal!). E por mais que eu tente manter a paciência, quando vejo, já estou gritando e ela chorando, aos berros, parece um hospício!

Esses dias a diretora da escola que ela estuda conversou muito sobre o que ela está vendo nessa geração, na sua opinião nós que tivemos aquela educação do tipo: "Quem manda aqui sou eu e ponto final!" estamos indo muito na corrente contrária e dando liberdade demais para nossos filhos questionarem decisões que não compete a eles, que ameçamos demais sem cumprir. Exemplo: "Se vc não obedecer vai ficar de castigo, se não fizer isso ou aquilo vai ficar de castigo. E o castigo não vem!"

Eu procuro de uma maneira geral cumprir minhas promessas de castigo mas acho que dou a ela essa tal liberdade quando digo: "Minha filha, mamãe não quer brigar com vc, não quero ser uma mãe que briga por tudo mas vc não obedece à mamãe! Promete que vai obedecer a mamãe, que não vai mais fazer malcriação?"

Sei que precisamos, como quase tudo na vida, achar um meio termo, um caminho em que possamos impor limites mas também dar a eles liberdade de expressarem seus sentimentos!

Mas como chegar a esse caminho? Será que só vamos ter a certeza de que fizemos bem nosso papel de mãe (e pai) quando eles já forem adultos? Será que não existe a possibilidade de sabermos, ainda agora, se estamos no caminho certo?

E com vcs, como tem sido?
Beijos
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segunda-feira, novembro 26, 2012

|Especialista| ~ Desenvolvimento Motor dos Bebês - 4 a 10 meses

Bom dia pessoal, como foram de fds? Aqui aproveitamos o sábado de sol e curtimos uma piscininha básica no clube! :)
 




Para começar bem a semana, nossa especialista em fono, a Adriana Salomão, nos preparou a segunda parte sobre o desenvolvimento motor dos bebês e sua relação com a linguagem. A primeira parte (de 0 a 3 meses) vc encontra aqui!
Vamos aproveitar e conhecer um pouquinho sobre o desenvolvimento dos bebês entre 4 e 10 meses e ajudá-los na sua interação e estímulos!
 
Fonte Imagem: Google
 
Quatro Meses
Em decúbito dorsal, gosta de brincar com os joelhos. E em decúbito ventral apresentará bom controle de cabeça e iniciando o apoio das mãos. Em relação à comunicação, observaremos resposta vocal-social e riso alto.
 
Seis Meses
Em decúbito dorsal, observaremos que poderá contrair a musculatura glútea (nádegas) e fazer ponte. E em decúbito ventral, mantém o peso do corpo sobre as mãos.
Consegue sentar por alguns instantes sem apoio e possui o ralar voluntário que facilita o alcance de objetos.
 
Sete Meses
Quando está em decúbito ventral consegue arrastar-se e explorar o ambiente e também pode girar em torno de si mesma.
Já senta sem encostar, porém apoia as mãos nas pernas.
As reações de equilíbrio estarão presentes em posição deitada e estarão iniciando na posição sentada.
Quanto à linguagem, a criança pode apresentar sons como “mã, mã, mã” enquanto chora e também vocalizações (“dá-dá, pá-pá”).
 
Dez Meses
A criança apresenta movimentos compostos, é muito ativa e irrequieta.
Consegue sentar-se com firmeza por um longo tempo e engatinhar sobre os joelhos e mãos. Algumas crianças preferem usar os pés e as mãos, e outras ainda preferem deslocar-se na posição sentada.
Poderá segurar na mobília e puxar-se para a posição de pé trocando passos lateralmente.
Em relação à linguagem, já responde ao chamado de seu nome, compreende o “não”, apresenta algumas palavras com significado (“papá, mamã”).



Adriana Salomão é fonoaudiólga especialista no atendimento infantil.
 
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segunda-feira, novembro 19, 2012

|Especialista| ~ DPP - Quando a terapia mãe-bebê é necessária!!!

Olá pessoal, como foram de feriadão? Aqui demos uma pausa hj e amanhã feriado outra vez!!! :)
Hoje tenho o prazer de apresentar mais uma especialista que irá contribuir com textos relevantes sobre a sua área de atuação: Dra. Regiane Glashan!
Seu currículo é bem extenso, vai da enfermagem à biologia, passando pela terapia pscicanalítica e reabilitação, ela oferece aconselhamento e consultoria em amamentação, cursos gratuitos de preparação para o parto e também escreve o blog Terapeuta de Bebês onde compartilha seus conhecimentos e experiências em sua área de atuação além de ser professora da Unifesp.
Nesse seu texto de estréia aqui no blog ela falará sobre a Depressão pós parto, um assunto um tanto delicado mas não menos raro pois pode incidir em 10 a 15% das puérperas e quando é necessário buscar ajuda.
Com a palavra, Dra Regiane!

Fonte Imagem: Google
Muitas mulheres passam por momentos conturbados em suas vidas quando deparam com a impossibilidade de realizar seu sonho tão esperado, o de ser mãe.
Algumas partirão para o ataque e se submeterão a inseminação artificial, a tratamentos hormonais e sei lá mais o quê, que a tecnologia médica, dispõe nos dias atuais. Outras mulheres optarão pela adoção. Outras sentiram a maternidade como algo estranho, independente de terem tido um filho por vias naturais ou não.
É de se esperar que conflitos apareçam frente a qualquer uma das opções. Mas o desejo de ser mãe se torna imperativo e as barreiras iniciais podem ser vencidas.
Após uma adoção, uma gravidez induzida ou natural não é infrequente a recém-mãe ter algum grau de dificuldade em se vincular ao seu bebê. Ela desempenha suas tarefas maternas com todo seu afinco: alimenta o seu filhinho, troca-lhe as fraldas, coloca-o para dormir e etc. Apesar de todos os cuidados oferecidos, esta “novata” ainda não sentiu o despertar da paixão em seu coração – ou seja, há a dificuldade de vinculação mãe-bebê.
O que fazer quando isso acontece?
Fingir que não está acontecendo nada, delegar os cuidados da criança a uma pessoa teoricamente mais competente ou procurar ajuda? Penso que a procura por ajuda seja a maneira mais correta de resolver o impasse e a forma mais sincera de reconhecer que alguém pode se dispor a mostrar um novo caminho rumo à interação e melhora da relação afetiva.
Os sintomas de desajuste vincular podem englobar: os distúrbios de sono, alimentação e de afetos na criança e sentimentos de menos valia e baixa autoestima na mãe. Não é infreqüente após a vinda do bebê ao lar, a mãe sentir-se insegura, ter pensamentos e sentimentos ambivalentes pelo bebê e reviver sua própria história (de bebê e de criança) neste período.
A fase de adaptação que poderia transcorrer sem muitos problemas, se transforma em uma enorme nuvem negra com muita chuva, relâmpagos e raios. Dependendo da resposta emocional da mãe, ela pode acabar sofrendo em sua própria solidão os sentimentos de desafeto e desamparo, acompanhado de forte sentimento de incapacidade de cuidar e acolher seu filhinho.
Muitos desses afetos estão relacionados com o desejo de um filho idealizado que ao chegar em casa não corresponde ao ideal dos sonhos maternos e ai a dura realidade se interpõe as fantasias iniciais de ter um filho. Filho este real e para sempre! Dependendo da rede de apoio dessa mulher, ela pode se sair muito bem e superar a fase conturbada. Poderá contar com o esposo, parentes e amigos próximos que lhe darão continência e afeto para seguir em frente na jornada de ser mãe. Entretanto, essa mesma mulher pode evoluir para uma história clínica mais severa e um quadro de depressão pós-parto (DPP) pode se instalar.
A DPP não é tão rara e pode incidir em 10 a 15% das puérperas. Exibem sintomas acentuados de tristeza, insônia, alteração do apetite, rejeição ao bebê e perda da vontade de fazer as coisas mais simples. A mulher, quando tem um bebê, se fragiliza de uma maneira natural e esperada, e é esta fragilização, normal e esperada que a aproxime de seu bebê. Entretanto, em algumas mulheres essa regressão saudável não acontece e a intercomunicação mãe-bebê se torna deficitária e prejudicada.
Não nego que a vinda de uma nova pessoinha ao lar requer uma adaptação e maior flexibilidade do sistema familiar e da própria conjugalidade. A mulher acaba dormindo menos, os afazeres da casa e o conflito com o lado mulher ressurgem como fantasmas que assombram e parece que não querem ir embora. A vantagem de tudo isso, é que é uma fase passageira e logo as coisas entram no ritmo esperado. Por outro lado, quando isso não caminha de maneira suave ou quando a crise no novo ciclo de vida se acentua, é bom saber que existe tratamento, que pode nos ajudar e partilhar um caminho mais suave dentro da nova realidade estabelecida – a chegada do bebê ao lar.

Dra. Regiane Glashan, dentre outras qualificações, é terapeuta de bebê e criança e escreve o blog Terapeuta de Bebês.www.terapeutadebebes.com.br


 
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quinta-feira, novembro 01, 2012

|Desenvolvimento Infantil| ~ Desenvolvimento motor!!!

Outro dia postei aqui uma imagem super legal sobre algumas fases do desenvolvimento dos bebês de 0 a 12 meses e hoje quero compartilhar com vcs uma outra imagem sobre o desenvolvimento motor dos pequenos e como os pais podem ajudá-los em cada etapa.
Espero que gostem!
Beijos


Fonte Imagem: Google
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segunda-feira, outubro 22, 2012

Ser mãe!!!

Bom dia pessoal, como foram de fds?
Ontem, navegando pelo facebook, vi uma linda reflexão no mural de uma amiga (obrigada Suélen!) e queria compartilhar com vcs!
Qual de nós nunca se perguntou se estava sendo uma boa mãe? Acredito que essa seja uma insegurança que nasce automaticamente no momento em que nos descobrimos mães! Quantas de nós não perdeu a paciência, uma vez que seja e se preocupou em trabalhar para poder dar ao filho uma vida boa? Qual de nós não corre o dia todo para dar conta de exercer todos os papéis em que somos protagonistas?
Só que enquanto nos preocupamos com os afazeres do dia a dia, o tempo vai passando e quando vemos nossos filhos já não são mais aqueles bebezinhos, aquelas ciranças travessas, já cresceram e criaram suas próprias asas! Será que não está na hora de andarmos mais devagar?
Eu vesti a carapuça na hora em que li a reflexão!
E vcs, o que têm feito do tempo ao lado de seus filhos?!
Para relaxarmos e começarmos a semana com algumas mudanças (positivas, é claro!)...
Beijos

Fonte Imagem: Google

"Respira. Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes. As de verdade.
A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes.
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu.
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele.
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas.
Os gritos da mãe doem pra sempre.
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais.
E acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez."

Ah! Não se esqueçam da promoção que a Zazou preparou para nós, confiram como participar aqui!
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