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terça-feira, maio 28, 2013

|Alimentação Infantil| - 10 dicas básicas para ajudar o seu filho a comer!!!

Socorro, meu filho não quer comer!!!




Invariavelmente chega um momento na vida das crianças (geralmente em torno de dois anos) em que elas simplesmente não querem mais comer. Peraí, mas não querem comer nada? Na na ni na não! Elas não querem mais comer COMIDA, já as guloseimas ah!, isso elas não deixam de querer comer nunca! :)

E embora seja muito difícil não entrar em pânico precisamos manter o controle e sempre lembrar do que os antigos diziam: "Em casa que tem comida, não há criança desnutrida!"

É muito comum essa seletividade ao comer em crianças pequenas e nós mães, na sua maioria, sempre achamos que nossas crias estão comendo pouco ou quase nada, não é mesmo? Geralmente nos esquecemos que algumas crianças precisam de menos comida que outras por conta de serem mais leves, menores (olha a AL aqui!), que as crianças preferem alimentos conhecidos e podem passar dias e até semanas comendo somente um tipo de comida.

Uma dica legal para analisar o que seu filho vem comendo é fazer um diário da alimentação dele por 1 mês e não basear-se no que ele comeu em dois ou três dias.

Devemos ter sempre em mente que quando a fome apertar a criança vai comer e para isso não podemos oferecer as guloseimas no lugar das refeições.

Existem duas formas de classificação para a falta de apetite infantil: a comportamental e a orgânica.

A falta de apetite comportamental geralmente está relacionada a chamar a atenção dos pais, o que é possível reverter com algumas atitudes no dia a dia. Já a falta de apetite orgância está relacionada com a carência de nutrientes, a uma doença infecciosa e também ao início da dentição e portanto, nesse caso, é preciso da ajuda do pediatra e/ou de um nutricionista.





10 Dicas básicas para ajudar o seu filho a comer:


1.    Mantenha a calma (essa é a mais difícil de todas)! :)

2.    Torne a hora da refeição mais atraente e divertida (isso não inclui colocar a criança para comer na frente da tv, ok?, use a criatividade!);
3.    Coma junto com seu filho (mas não vale querer que ele coma brócolis enquanto vc saboreia uma bela macarronada, seja coerente e coma alimentos que gostaria que ele comesse);
4.    Mantenha um horário fixo para as refeições;
5.    Varie os alimentos (com o tempo o gosto da criança vai mudando);
6.    Deixe a criança comer com as próprias mãos (ela se diverte e acaba se interessando pela comida);
7.    Nunca ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança coma legumes e verduras (essa tática dificulta o estímulo do paladar);
8.    Mantenha os legumes e verduras em todas as refeições (mesmo que ela não coma, a simples presença do alimento aguçará sua curiosidade e um dia ela acabará por experimentar);
9.    Não ofereça líquidos durante as refeições (assim não sobrará espaço para a comida!);
10. Respeite as preferências da criança (mas isso não quer dizer fazer uma comida especial só para ele, ofereça os mesmos alimentos do restante da família).

Sei bem que não é fácil passar por essa fase... Lembro que AL só comia quando a faxineira vinha e que eu ficava "em pânico" nos outros dias da semana. #fasecomplicadademais

Aqui nossa saída foi colocá-la para almoçar na escola, pois o problema era comer comigo (acho que por causa da associação mãe x mamá, sei lá...), dessa forma limitei os horários em que eu tinha que alimentá-la e ela passou a ver outras crianças comendo, conforme o tempo foi passando tudo foi se ajustando e ela acabou passando a comer comigo também.

Hoje AL come super bem e de tudo (de brócolis a chuchu), e continua magrinha da silva xavier! :)

E por aí mommys como foi passar por essa fase? Quais as táticas usadas?

bjs

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sexta-feira, maio 03, 2013

|Receita| ~ Bolo (torta) de chocolate sem farinha!!!

Hoje quero inauguar uma tag nova aqui no blog. Tcharan!
Eu sempre gostei de um bolinho saído do forno com um "cafézin" (totalmente mineira) e depois que casei e comecei a frequentar a casa de uma tia do meu marido, acabei por ficar mais "viciada" na tal dupla infálivel para o lanche da tarde.
Faz um ano mais ou menos que essa tia mudou daqui de perto e nossas idas à casa dela para o lanchinho acabaram, então comecei a tentar fazer bolos semanalmente aqui em casa mas sou péssima com bolos. Uma negação!
Mas se tem um bolo que eu consigo fazer, é delicioso e todo mundo que gosta de chocolate adora é esse aqui que vou compartilhar com vcs hj. #naotemerro
Ele além de M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O é super versátil e serve para várias ocasiões, desde o lanche da tarde até como lembrancinha de páscoa!
Sempre mando para as professoras da AL lembrancinhas em datas comemorativas e esse ano na páscoa recheei uma marmitinha com essa receita deliciosa para presentear as "tias".
Mas deixa de conversa fiada e vamos a receita...

Imagem daqui
INGREDIENTES:
  • 6 ovos
  • 8 colheres de sopa (bem cheias) de açúcar
  • 8 colheres de sopa de achocolatado
  • 1 pct de 100g de coco ralado
  • 1 colher de sopa (bem cheia) de fermento em pó
  • 1 tablete de 100g de margarina
MODO DE FAZER: Bata no liquidificador os ovos. Depois de bem batidos acrescente os outros ingredientes e bata até formar uma massa homogênea (essa massa é bem líquida). Unte a forma e polvilhe com farinha de rosca. Depois é só assar e se lambuzar!!!

A lembrancinha de páscoa das "tias" da escola!

Eu faço uma ganache de chocolate meio amargo e coloco como cobertura, tem gente que faz duas receitas dessas e recheia, é só colocar a criatividade para trabalhar!

GANACHE DE CHOCOLATE: Derreter em banho maria 1 caixinha de creme de leite com uma barra de chocolate (eu uso o meio amargo) e finish! :)

Depois contem aqui se fizeram e como foi, ok?
Beijos e bom fds!
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terça-feira, outubro 02, 2012

|Transição dos bebês| - Desmame e alimentação complementar!!!


Pronto, seu bebê nasceu e junto dele nasceu uma mãe, uma nova mulher cheia de dúvidas e ansiedades!

Vêm então as perguntas: como e quando inciar o desmame? quando passar da papinha para a comida da família?, e a mamadeira quando devo aposentá-la?, quando passar do berço para a cama?, a banheira não é mais necessária a partir de qual idade?!

Essas são muitas das perguntas que ficamos nos fazendo conforme nossos pequeninos vão crescendo (e como crescem rápido!)...

Mais uma vez não existe regra absoluta, pois cada bebê é um ser único com características de personalidades diferentes e um ritmo particular, mas existem os momentos mais propícios para cada etapa de transição!

Como "Transição dos bebês" é um assunto muuuuuito extenso, vamos dividí-lo em partes, ok?

Hoje falaremos sobre o desmame e a introdução da alimentação complementar que é a transição da amamentação para a alimentação semi-sólida e sólida.


Fonte Imagem: Google
 
  

Quando iniciar o desmame e a introdução da alimentação complementar?

Nos primeiros seis meses de vida, os bebês devem receber exclusivamente leite materno. Os novos alimentos não devem substituir o leite, mas complementá-lo, pois o ideal é que a amamentação seja mantida até os dois anos ou mais. Para a mãe que deseja continuar amamentando depois dos 6 meses, é indispensável que certos cuidados sejam tomados para que os alimentos no primeiro ano não substituam o leite materno e exerçam uma função, principalmente, educativa. O leite materno continua sendo a principal fonte de nutrição do bebê, os outros alimentos são complementares!

Existe um consenso de que a introdução de alimentos complementares não deve acontecer antes dos quatro meses porque o sistema digestivo e o rim da criança são imaturos, o que limita a sua habilidade em manejar alguns componentes diferentes do leite humano.

Este período é uma fase que exige cuidados, dedicação e persistência por parte das mães e/ou cuidadores, tanto pela possibilidade de administração de alimentos inadequados, quanto pelo risco de contaminação dos mesmos.

É um momento de aprendizado para o bebê, com reflexos a curto e longo prazo. “Se a alimentação for inadequada nessa fase, será mais difícil mudar os hábitos depois”, diz Vanessa Liberalesso, pediatra coordenadora do departamento de Suporte Nutricional da Socie­dade Paranaense de Pediatria. Segundo ela, os pais ou cuidadores constróem o hábito alimentar das crianças, que aprendem pelo exemplo e por imitação.”

Também é preciso respeitar o período de adaptação aos novos alimentos. “Até os dois anos a criança aprende os sabores. "Quando faz cara feia ou cospe a papinha é porque ainda não está acostumada à deglutição”, ressalta. Uma dica da pediatra é oferecer um alimento de oito a dez vezes. “Assim, ela se acostuma com novos sabores e texturas”. Mas a insistência deve ser positiva, sem forçar. “Respeite a quantidade desejada pela criança e torne a refeição um momento tranquilo, de prazer e bem-estar.”

Segundo o pediatra espanhol Dr. Carlos Gonzales, "guru" da amamentação (já falei dele nesse post), "A introdução de alimentos sólidos é uma oportunidade nova de perigo e devemos trilhar este caminho com cuidado." Ele esclarece que, quando menciona “sólidos”, não se refere apenas aos alimentos oferecidos ao bebê com uma colher. Usa o termo para referir-se a qualquer comida além de leite humano ou leite modificado, mesmo água, chá ou comidas duras como biscoito.

No livro "My Child Won't Eat" ele fala sobre essa introdução dos sólidos e que eu particularmente, gosto muito!

Para ele, muitas mães encontram-se sobrecarregadas de informação a respeito de regras, grandes, pequenas e médias envolvendo alimentação de bebês. Elas recebem conselhos de pediatras e enfermeiros, algumas informações muito mais complexas e detalhadas que aquelas dadas pelos especialistas famosos, palpites de família e amigos, bem como as “conversas de comadre” que alertam sobre evitar comidas “reimosas” ou “incompatíveis”.

Incapaz de seguir todas as regras ao mesmo tempo, muitas vezes a mãe opta por rejeitar todas e fazer somente aquilo que ela quer. O risco é de que ela ignore as recomendações realmente importantes.

Para evitar tal problema, ele diferencia claramente entre as opções onde há um grau de consenso em relação à sua importância (baseadas numa combinação de normas internacionais) e aquelas sugestões que parecem úteis, embora outros profissionais possam ter opções diferentes.

Pontos Importantes

Tenha em mente os seguintes pontos, embora eles não devam ser tomados como dogma:

1. Nunca force uma criança a comer.

2. Amamente exclusivamente até 6 meses (sem papinhas, suco, água, chás, etc.).

3. Aos 6 meses, comece (sem forçar) a oferecer outros alimentos, sempre depois da mamada ao seio. Bebês não amamentados devem tomar 500ml de leite artificial por dia.

4. Introduza os alimentos um de cada vez, esperando uma semana entre comidas novas. Comece com quantidades pequenas.

5. Ofereça alimentos que contêm glúten (trigo, aveia, centeio) com precaução.

6. Quando cozinhar para o bebê, escorra bastante o alimento, evitando encher a barriga dele com água.

7. Espere até 12 meses de idade para introduzir alimentos altamente alergênicos (especialmente laticínios, clara de ovo, peixe, soja, amendoim e muitas outras comidas que já causam alergia em membros da família).

8. Não acrescente sal ou açúcar aos alimentos.

9. Continue amamentando por 2 anos ou mais.

Em algumas situações pode-se introduzir sólidos antes de 6 meses (mas nunca antes de 4!): quando a mãe trabalha, por exemplo. Ou quando a criança claramente pede para ser alimentada agarrando o alimento e colocando-o na boca sozinha.

“Oferecer” significa que, se ele quiser comer, o bebê come, mas se não quiser, não come. Muitas crianças recusam tudo, menos o seio materno, até 8 ou 10 meses, muitas vezes mais.

Alimentos sólidos são oferecidos depois da amamentação, não antes, e certamente não em substituição à amamentação. Somente assim você tem certeza de que seu bebê tomará o leite de que precisa. Acredita-se que entre 6-12 meses, o bebê precise de cerca de 500 ml de leite por dia. Claro que isso é uma média, muitos tomam mais e outros ficam bem com menos. Uma criança que toma mamadeira pode facilmente ficar bem com 2 mamadeiras de 250 ml ao dia. Não é razoável, porém, esperar que um bebê amamentado tome 250 ml a cada 12 horas; os seios da mãe ficariam desconfortavelmente cheios. Faz mais sentido para bebês amamentados tomar 100 ml cinco vezes por dia, ou 70 ml sete vezes por dia. Certamente você não sabe (ou não sabia antes de iniciar os sólidos) quanto leite seu bebê mama; mas se ele é amamentado antes da oferta de sólidos, você fica tranqüila sabendo que ele mama o que precisa.

Que comidas devo oferecer primeiro?
Não importa. Não há base científica que suporte a recomendação de um alimento antes de outro. Se você oferecer frutas primeiro, seguidas por cereal, depois frango, você estará seguindo as orientações da ESPGAN (Sociedade Européia de Gastroenterologia e Nutrição Pediátricas). Mas se você der frango, depois legumes e cereais por último, também estará dentro das normas.

Digamos que você decida começar com banana amassada. Depois da amamentação, ofereça ao bebê uma ou duas colheres. No primeiro dia é sempre melhor oferecer só um pouquinho, ainda que ele aceite bem. Se ele recusar a primeira colherada, não insista, mas continue oferecendo a cada um ou dois dias. Se ele aceitar bem, você pode aumentar a quantidade a cada dia. Depois de uma semana, você pode tentar outro alimento, como batata doce ou abacate. Na semana seguinte, pode oferecer um pouquinho de arroz. Cozinhe arroz (melhor ainda, cozinhe até virar papa), sem adicionar sal. Você pode adicionar azeite (ficará mais saboroso e terá mais calorias).

Esta ordem é só um exemplo, você pode inverter, se quiser. Claro, se alguma das comidas causar diarréia ou outros sintomas, ou se o bebê rejeita veementemente, é melhor esperar algumas semanas. Se uma reação mais severa é observada, como uma vermelhidão na pele, consulte o pediatra.

Também não é necessário introduzir uma comida nova a cada semana. Variedade significa um pouco de cereais, um pouco de legumes, um pouco de frutas – mas não é vital que o bebê coma muito de cada grupo. Maçãs não possuem nada diferente das peras e a maioria dos adultos vive bem comendo apenas dois tipos de ceral: arroz e trigo, deixando o resto para o gado. Se seu filho já come frango, você não estará acrescentando nada ao oferecer novilha. Antes de 1 ano, a introdução de muitos alimentos diferentes somente significa comprar mais bilhetes para a loteria da alergia.

A razão principal de oferecer outros alimentos ao bebê com 6 meses (e não depois) é que alguns bebês precisam de ferro extra. Portanto, seria lógico que comidas ricas em ferro fossem introduzidas primeiro. Por um lado, há carnes com alto teor de ferro orgânico altamente biodisponível. Por outro, há legumes, leguminosas e cereais que contêm ferro inorgânico, mais difícil de ser absorvido a menos que esteja combinado com vitamina C. É por isso que muitos adultos comem a salada primeiro (rica em vitamina C), depois os grãos e legumes, com a sobremesa por último. O que é comumente feito com bebês na Espanha não é uma idéia muito boa, oferecendo a eles somente grãos numa refeição, legumes na outra e fruta na próxima. Quando seu bebê ingere muitos alimentos, é uma boa idéia combiná-los , oferecendo-os numa mesma refeição (não batendo todos juntos no liqüidificador) ao invés de fazer menus monocromáticos (“hora do cereal”).

E se ele não quer comer comida de bebê?
Não se preocupe, isso é totalmente normal. Não tente forçá-lo. Você talvez tenha sido aconselhada a oferecer sólidos antes do peito, assim ele estará com fome suficiente para comer. Isso não faz o menor sentido, uma vez que o leite materno nutre muito mais que qualquer outro alimento. É por esta razão que usamos o termo “alimentação complementar”. Sólidos não são nada mais que um complemento ao leite materno. Se seu bebê mama e depois rejeita frutas, nada acontece; mas se ele aceita fruta e depois não mama, ele sai perdendo. Mais fruta e menos leite é uma receita para perda de peso.

O mesmo vale para leite artificial. Lembre-se de que se você não está amamentando, você precisa dar ao bebê meio litro de leite diariamente até que ele tenha 1 ano de idade. Não é bom negar o leite para que ele coma mais."

E lembrem-se: Os alimentos sólidos irão mudar o aspecto das fezes do bebê, elas tendem a mudar de cor e prepare-se, de odor! Isso é normal! Converse com seu pediatra caso elas estejam duras demais e causando dor para sair.

É isso aí pessoal! No próximo post sobre transição falaremos sobre como e quando passar da papinha para a comida da família. Até lá...

Beijos

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/saude/conteudo.phtml?id=962829 e Livro "My Child Won't Eat" de Carlos Gonzalez.
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segunda-feira, julho 16, 2012

|Especialista| - A alimentação na gestação!!!

Hoje o post é sobre nutrição com a nossa especialista no assunto a querida Aline Nascimento! Esepro que gostem!
Toda mulher que planeja ficar grávida deve se preocupar com sua alimentação meses antes de engravidar, pois nas primeiras semanas de gravidez, quando a mulher nem sabe ainda que esta grávida, o feto desenvolve partes vitais de seu organismo dependendo de alguns nutrientes muito específicos, como o ácido fólico para a formação do tubo neural. O organismo é muito resistente e está programado para avisar que alguns nutrientes estão faltando somente quando chegar numa situação de carência muito crítica. Com isso, a mulher não percebe que está carente, pois não apresenta sintomas.
A falta desses nutrientes não permite um desenvolvimento adequado ao feto. Sendo assim, a mulher que pretende engravidar deve planejar cada refeição com o cuidado de consumir os nutrientes necessários diariamente.
As duas principais preocupações da gestante durante toda a gravidez devem ser:
  • Fornecer os nutrientes necessários para o desenvolvimento do feto através dos nutrientes;
  • Não engordar mais do que o recomendado;
Esses dois objetivos parecem ser impossíveis de serem atingidos ao mesmo tempo. A gestante acha que se consumir o suficiente para o seu bebê, engordará demais; e se controlar o consumo, seu bebê ficará carente em nutrientes. Na realidade isto não é verdade!

Se houver preocupação na qualidade alimentar e na quantidade, de forma individualizada, é possível que a gestante consuma o adequado, sem engordar acima do recomendado.
Engordar faz parte da gravidez, e nesse período não podemos realizar dietas, pois fazer dieta durante a gestação pode prejudicar o bebê e você também. Dependendo do tipo de regime, você pode ficar com deficiência de alguns nutrientes como: ferro, ácido fólico e algumas vitaminas e sais minerais importantes.
Se você gestante já estava acima do peso antes de engravidar, pode melhorar a qualidade da sua alimentação, eliminando guloseimas e comidas gordurosas. Pesquisas já mostraram que, para quem estava acima do peso antes de engravidar, não há problema em não engordar nada durante a gravidez, pois as reservas de gordura acumuladas no seu corpo vão suprir as necessidades calóricas do bebê.
Fonte Imagem: Google

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