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terça-feira, julho 29, 2014

|Campanha| Semana Mundial de Aleitamento Materno 2014

Aleitamento Materno: Uma Vitória - para toda Vida!

Fonte Imagem: Divulgação

A Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) foi lançada pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Amamentação) em 1992 com objetivo de dar visibilidade ao aleitamento materno, incentivando todos os grupos do mundo a trabalhar concomitantemente uma de suas facetas e a colocá-la na mídia para ampla divulgação. O evento é comemorado em todo o mundo de 1 a 7 de agosto.

O tema escolhido para a SMAM 2014 enfoca os Objetivos do Milênio. O tema ressalta a importância de aumentar e manter o apoio, a promoção e a proteção a amamentação, envolvendo o maior número de grupos e pessoas de diversas idades possíveis.  

Em 1990, oito objetivos globais, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), foram estabelecidos por governos e pelas Nações Unidas para combater a pobreza e promover o desenvolvimento saudável e sustentável de uma forma abrangente até 2015.

O lema da Semana Mundial de Aleitamento Materno: "Amamentação: Uma vitória para toda vida!" traz à luz a preocupação sempre crescente com ações que tenham uma repercussão duradoura na vida e saúde de cada indivíduo. 

Uma pesquisa, recentemente divulgada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mostra que apenas 38% das crianças (dados mundiais) são amamentadas exclusivamente com leite materno nos seis primeiros meses de vida. A meta apresentada pela OMS é elevar a taxa mundial de aleitamento materno exclusivo, nos primeiros seis meses de vida do bebê, em pelo menos 50% até 2015. 
A última pesquisa realizada no Brasil, pelo Ministério da Saúde, foi realizada em 2009 e apontou que 41% das crianças menores de seis meses recebem alimentação exclusiva por aleitamento. O levantamento ainda mostrou que durante a primeira hora de vida, 67,7% das crianças mamam.

Para quem tem dúvidas ou está tendo dificuldades em amamentar, procure orientação nos postos de saúde, bancos de leite e profissionais especializados como as consultoras em amamentação.

Fonte: Pastoral da Criança
            IBFAN









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segunda-feira, agosto 05, 2013

|Campanha| Principais dificuldades na amamentação e dicas para tornar esse momento único!!!

Continuando nossa série de posts especiais nessa Semana Mundial do Aleitamento Materno, hoje falaremos sobre as principais dificuldades na amamentação.

A prática incorreta da amamentação pode ocasionar desconforto para a mãe e bebê. Diversos problemas como fissuras nos mamilos em função da pega incorreta, sucção inadequada resultando na quantidade insuficiente de leite para o bebê, entre outros, são alguns dos principais fatores que causam o desmame precoce!

Fonte imagem: Google


  1. Pega e posicionamento incorreto (faremos um post exclusivo);
  2. Anatomia dos mamilos - durante o pré natal a gestante já deve ser orientada quanto a preparação dos mamilos para a amamentação. Existem 4 tipos de mamilos: Protusos (normais), Semi protusos (bico pequeno), Invertidos e Pseudo invertidos (os dois últimos são considerados mal formados). Exercícios manuais de exteriorização para facilitar o aleitamento devem ser realizados durante o banho a partir do segundo trimestre. Exercício 1: posicionar os dois dedos indicadores no final da borda da aréola e realizar movimentos esticando a pele no sentido horizontal (repetir de 5 a 10 vezes) e depois repetir o exercício no sentido vertical. Exercício 2: pegar o mamilo entre os dedos e torcer de forma lenta e suave de um lado para o outro. Repetir várias vezes durante o dia;
  3. Dor no mamilo ao amamentar -  a sensibilidade na região da aréola por conta da não preparação dos mamilos para a amamentação é a principal causa de dor na amamentação. O tratamento consiste na utilização do próprio leite para massagear e hidratar a aréola e mudanças mais frequentes de posição ao amamentar para evitar lesões e fissuras;
  4. Ductos lactíferos bloqueados - o bloqueio ocorre quando há obstrução dos ductos devido ao acúmulo de leite quando a mama não foi corretamente esvaziada. Há 2 tipos de situação que causa o bloqueio dos dutos: 1- presença de um nódulo inchado que inflama o tecido ao redor e pressiona os ductos bloqueando-os parcial ou totalmente. A área ao redor do nódulo fica bastante sensível e dolorida. 2- ocorre a real obstrução dos ductos e geralmente ocorre nas primeiras semanas após o início da amamentação. Se não for devidamente tratado, o bloqueio dos ductos pode ser o estágio inicial para desenvolver uma mastite. O tratamento consiste na retirada manual do leite pela ordenha, aumento da frequencia de mamadas deixando o bebê sugar a mama completamente até esvaziá-la (sempre que possível), massagem, posicionamento e pega adequados;
  5. Mama ingurgitada - ocorre quando há aumento na vascularização e congestão das mamas devido ao acúmulo de leite. Pode ocorrer só na região da aréola ou na mama inteira e caracteriza-se por inchaço e sensibilidade. A aparência da mama fica volumosa e inchada, pele brilhante e possivelmente avermelhada. Quando ocorre o engurgitamento, o bebê não tem uma boa pega, sugando inadequadamente e mamando incorretamente, o que resulta em uma amamentação dolorosa para a mãe e difícil para o bebê. O tratamento consiste no aumento da frequencia das mamadas e ordenha, manter as mamas elevadas como uso de sutiã adequado, compressas quentes e/ou duchas de água morna antes das mamadas causando vasodilatação para facilitar a saída do leite e compressas frias após as mamadas para reduzir a vascularização;
  6. Fissuras - lesões em forma de rachaduras muito comuns que ocorrem em mamilos sensíveis e despreparados para a amamentação. A principal causa é o mau posicionamento durante a amamentação. São facilmente evitadas com cuidados e preparação dos mamilos e prática correta da amamentação. O tratamento consiste na orientação, correção do posicionamento e utilização do próprio leite (com efeito cicatrizante) no local. Em situações especiais é necessário o uso de pomadas específicas a base de lanolina;
  7. Mastite - processo inflamatório agudo ou crônico que se não for devidamente tratado pode se transformar em infecção. Acontece bastante em primíparas e é causada devido à obstrução dos ductos e acúmulo de leite na mama. Se houver presença de fissuras pode ocorrer contaminação, causando infecção. Sintomas: dor, rubor, aumento da sensibilidade na região e febre. Em alguns casos é necessário o uso de analgésicos e antibióticos e em casos mais graves drenagem cirúrgica dos abscessos. Para tratar ou evitar a mastite as mamas devem ser esvaziadas (mesmo que por ordenha), não colocar o bebê para mamar sempre na mesma posição, ou seja, variar as posições durante a mamada para evitar lesões, manter-se hidratada (em função da febre) e repousar. Não se deve usar cremes, óleos, sabonetes e compressas se a mama já estiver lesionada.
A amamentação,  embora seja um ato natural, precisa ser aprendida, tanto pela mãe quanto pelo bebê, exige muita paciência e tranquilidade!

Beijos

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quinta-feira, agosto 02, 2012

|Campanhas| - Semana Mundial de Amamentação!!!

Não poderia deixar de falar desse assunto que gera sempre tanta discussão: AMAMENTAÇÃO!!!
Não há mais dúvidas de que o leite materno é o melhor alimento para os bebês e o único necessário até os seis meses de vida, mas porque, ainda, tantas mulheres deixam de amamentar seus filhos tão precocemente?!
Não existe uma única resposta porque as dúvidas são muitas mas, com certeza, a maioria desses problemas poderia facilmente serem resolvidos! Por quê o leite empedra? Sentir dores durante a amamentação é normal? Cerveja preta aumenta a produção de leite?
O portal UOL fez uma matéria super interessante com ajuda de uma consultora internacional em aleitamento materno para tirar algumas dessas dúvidas e fiz questão de trazer para vcs para encorajar aquelas que ainda vão ter os seus bebês e para aquelas que por algum motivo desanimaram que possam retomar esse momento tão especial entre mãe e filho que só a amamentação proporciona!
Espero que possa ajudar alguém!!!
Beijos

Fonte Imagem: Google

Tenho pouco leite. E agora?

Quanto mais o pequeno suga ou a mama é ordenhada, maior é a produção do leite. Ou seja: se ele mamar mais, mais leite você vai ter. Outra opção para estimular a produção é tirar o leite você mesma, com as mãos ou com o auxílio de uma bombinha. Você pode guardá-lo no congelador para oferecer mais tarde ou doar a um banco de leite, que dispõe do alimento para outras mães. 

Tomar caldo de cana e cerveja preta dá mais leite?
Não há comprovação científica. Alguns alimentos são chamados de galactogogos porque ajudariam a aumentar a produção de leite, como chá de erva-doce, caldo de cana e cerveja preta. Mas, atenção: o álcool, presente na cerveja, diminui a produção de leite, assim como a nicotina do cigarro e alguns medicamentos.
O volume de leite também reduz se a criança mama menos ou se você estiver estressada e angustiada. Para ter sempre muito leite, mantenha uma dieta equilibrada e beba muito líquido, que pode ser água, chá, caldo de cana ou sucos.
Lembre-se de que o corpo usa suas reservas de energia e nutrientes para produzir leite, por isso estar bem alimentada é fundamental. Na medida do possível, tente descansar e se preocupar menos. E deixe seu filho mamar à vontade esse é o estimulante mais poderoso. Na dúvida, fale com o médico que, em último caso, poderá receitar medicamentos que ajudam a aumentar a produção de leite. 
Acho que meu leite é fraco. Preciso complementar a alimentação do bebê?
Não existe leite fraco. Realmente, o leite materno não tem a mesma consistência do de vaca, por exemplo, que é bem mais grosso. Mas essa aparência aguada não quer dizer menos nutrição. Se você mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade, na quantidade certa, e não precisa complementar a dieta do pequeno com nada. Se, apesar de mamar, o bebê não está ganhando peso ou parece insatisfeito, chorando muito, converse com o pediatra para descobrir a origem do problema. 
É verdade que algumas comidas mudam o sabor do leite?
Sim. Alho, cebola, pimenta e alimentos muito condimentados mudam o sabor do leite. Mas não precisa eliminá-los da dieta. É só evitar os excessos. 
Meu peito vai ficar caído ou menor se eu amamentar?
O que acontece é que, durante os meses da gravidez e da amamentação, os seios aumentam muito de volume seu sutiã pode crescer até três números. Se você tem tendência a ter flacidez, ou se ganhar muitas estrias no período, quando deixar de amamentar pode ficar com a pele caída.
Além disso, os seios vão diminuir consideravelmente de tamanho, já que não estarão mais cheios de leite. Acostumada ao peitão, você pode mesmo sentir que eles estão menores, quando estarão apenas do tamanho normal.
Mas nada disso é desculpa para não amamentar! Para prevenir flacidez e estrias, capriche na hidratação desde a gravidez, usando cremes específicos e se lembrando sempre de lavar os seios antes de amamentar, para o bebê não comer o hidratante. E trate de usar bons sutiãs de sustentação, com alças largas, aros e bojos firmes. 
Meu leite empedrou. O que eu faço?
O nome correto para o chamado leite empedrado é ingurgitamento mamário, quando a bebida fica presa na mama por causa da sucção inadequada ou do esvaziamento incompleto do peito. Isso deixa os seios rígidos, pode causar muita dor e até febre. Se não for tratado logo, o problema pode evoluir para uma mastite, como é chamada a inflamação da mama, que deixa os seios quentes, vermelhos, doloridos e, às vezes, com pus. Mas a prevenção e o tratamento, nos dois casos, é simples: basta deixar que o bebê mame bastante, para esvaziar o peito, ou fazer uma ordenha manual, retirando o leite com as mãos. 
Meu filho não gosta de mamar e, agora, meu leite está secando.
Essa é a desculpa número um para muitas mulheres deixarem de amamentar. Na maioria das vezes, a rejeição da criança acontece porque a mãe andou oferecendo ao bebê mamadeira, bicos e chupetas. Eles confundem a criança, que desaprende a mamar no peito, pois é um exercício mais difícil do que chupar mamadeira.
Por isso, esses acessórios devem ser evitados a todo custo nos primeiros seis meses. Todos são extremamente prejudiciais à amamentação. Causam confusão de bicos, má formação da arcada dentária e infecções, entre outros problemas , alerta Evanguelia Kotzias Atherino dos Santos, consultora internacional em aleitamento materno.
Se o bebê mama menos, a mãe produz menos leite até que ele realmente pode secar. A solução é eliminar tudo que atrapalhe a amamentação. Se precisar oferecer algo a seu filho, dispense a mamadeira e prefira usar uma colher própria para bebês. 
Tenho rachaduras no peito que provocam dor.
As fissuras no bico do peito são comuns no primeiro mês, especialmente entre mães de primeira viagem. A pele da aréola é muito fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor. Para prevenir, trate de engrossar a pele da região tomando banhos de sol, usando buchas e deixando os seios descobertos por quanto tempo você puder. O próprio leite ajuda a cicatrizar, basta espalhá-lo por cima das rachaduras. Em casos graves, o médico pode recomendar uma pomada cicatrizante. Mas lembre-se de lavar o bico do peito sempre que for amamentar, para o bebê não ingerir o remédio. A posição de mamar do bebê também pode estar incorreta, o que vai causar mais dor. Fique de olho na postura certa.  
O jeito certo de mamar
Por instinto, os bebês já sabem como executar os movimentos da mamada. Mas você pode ajudá-lo, posicionando o pequenino do jeitinho certo. Além de facilitar a mamada para ele que, se não conseguir mamar, pode ficar irritado e rejeitar o peito, você previne problemas como o empedramento e as rachaduras.

1. O queixo do bebê deve tocar a mama;
2. Ele deve estar com a boca bem aberta;
3. O lábio inferior deve ficar virado para baixo;
4. As bochechas devem estar bem arredondadas (não encovadas) ou achatadas contra as mamas;
5. Durante a mamada, vê-se mais a porção da aréola superior do que a inferior;
6. A mama deve parecer arredondada, não repuxada.
7. As sucções são lentas e profundas: o bebê suga, dá uma pausa e suga novamente (sucção, deglutição e respiração);
8. A mãe deve conseguir ouvir o bebê deglutindo. 

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